10.12.10

Fricassé de Frango com Palmito


Chega o final do ano e a correria se instala em nossas vidas.
É dada a partida para fazer tudo aquilo que repetimos todos os anos de forma sagrada: comprar roupas novas para as festas, comprar presentes, dar um trato no visual e como se não bastasse enfrentar supermercados cheios pra garantir uma ceia gostosa e farta.
Muitas vezes corremos tanto que esquecemos o real sentido de tudo isso: ter a família reunida à mesa pra celebrar o nascimento de Jesus, agradecer por mais um ano de vida e celebrar o ano que está chegando e desejar que nele possamos desfrutar e conquistar coisas boas.

Estamos há um bom tempinho sem postar, meu amigo Ed também está numa super correria tanto quanto eu, mas pensando nesta época de festas, fiz hoje em casa um Fricassé de frango com Palmito que vai te ajudar a fazer bonito nas comilanças das festas de fim de ano.É um prato bem fácil e muito gostoso!

Bom é isso, espero que os próximos dias sejam mais calmos no trabalho e que eu possa voltar aqui e desejar a tds vcs um ano bem feliz e de quebra deixar mais uma receitinha.



Ingredientes

600grs de filé de peito de frango Korin (orgânico) cozido e desfiado
1/2 lata de palmito picado
2 tomates cortados em cubos, sem pele e sem sementes
1 cebola média ralada
2 dentes de alho espremidos
Temperos à gosto (sal, pimenta do reino)
2 colheres de sopa de óleo
Salsinha á gosto (opcional)
1/2 pacote de batata palha
Preparo do refogado
Numa panela antiaderente, refogue a cebola e o alho nas duas colheres de sopa de óleo, acrescente o frango desfiado, o palmito, o tomate, a salsinha, os temperos e misture bem.Deixe refogar um pouquinho.( se necessário acrescente um pouquinho de àgua para ajudar a derreter o tomate).Reserve.

Molho Branco de Queijo (este molho é maravilhoso e dá pra usar em várias receitas!)

60 grs de manteiga
60 grs de farinha de trigo
625 ml de leite
uma pitada de noz moscada moída
50g de queijo parmesão bem ralado
2 ovos ligeiramente batidos

Preparo

Derreta a manteiga numa panela em fogo baixo.Acrescente e mexa a farinha e deixe cozinhar durante 1 minuto.(gente, vou ser sincera: nunca consegui que meu molho branco não empelotasse, na dúvida, faço o contrário, primeiro o leite e depois a farinha...)

Acrescente a noz-moscada e continue mexendo até o molho ferver e engrossar.Reduza a temperatura e cozinhe por 2 minutos.Acrescente e mexa o queijo.

Divida esse molho em dois: a primeira metade misture ao refogado de frango pra que fique bem cremoso.

Na segunda metade acrescente os ovos ligeiramente batidos até ficar homogêneo. ( esta metade vai cobrir o fricassé).

Montagem

Unte um marinex com um pouco de azeite ou óleo e disponha o refogado.Cubra com o molho branco de queijo e leve ao forno na temperatura de 180° por aproximadamente 40 minutos até gratinar bem.

Na hora de servir cubra com a batata palha.Fica muito com com arroz branco e uma saladinha verde.

27.10.10

Os Brioches de Maria Antonieta


Dia desses fui à uma super padaria chamada Villa Grano bem pertinho da minha casa e me deparei com um lindo e macio brioche.Como gosto de cozinhar, logo fui atrás de uma receitinha pra repetir a dose aqui em casa.

Este pão é ultra macio, combina bem com manteiga, requeijão, geléia ou mesmo puro.Quis saber também a sua origem e fazendo uma pesquisa na Net encontrei este texto abaixo que compartilho com vocês.
Ah, tem uma receitinha do pão também.



"Se o povo está com fome e não tem pão, que coma brioche". A frase teria sido dita por Maria Antonieta - mulher de Luís XVI, rei da França. A multidão faminta, em frente ao palácio de Trianon, não achou graça nenhuma. Tempos difíceis aqueles. Aristocratas comiam brioches, feitos de trigo refinado. Enquanto o povo tinha que se contentar com pães de massa escura, rústica e grosseira. Feitos de vários jeitos. Com bolotas de carvalho, sementes de uvas secas, casca de nozes e farinha de cevada (em certos casos, de aveia); ou juntando restos de farelo de vários cereais, que sobravam nos campos onde eram ceifados. Sem contar o "biscuit" (bis cuit significa cozido duas vezes) - pão seco do dia anterior, rejeitado pelos nobres, novamente levado ao forno das padarias.

Aquele protesto diante do Trianon não foi o primeiro. Pouco antes a população furiosa tomara de assalto a Boulangerie du Faubourg Saint-Antoine (Paris), exigindo que lhe servissem pão branco. Não atendidos, foram até o Palácio de Versalhes. Para que o rei trouxesse de volta a Paris todos os "boulanger" (padeiros) e "petit mitron" (ajudantes de padeiro) então em serviço nos palácios dos nobres. Depois Maria Antonieta acabou presa na Conciergerie. E perdeu a cabeça numa estranha máquina que acabara de ser inventada por certo Dr. Guilhotin. Mas essa é outra história.

Certo é que o Brioche nasceu bem antes de Maria Antonieta, sem consenso quanto à sua origem exata. Para uns foi na região da Bretagne, mais precisamente na cidade de Saint Brieuc. Daí teria vindo o próprio nome "brioche", posto que seus habitantes são conhecidos por "briochins". Para outros, veio das regiões de Champagne-Ardenne e Lorraine (nordeste da França). Brioche é a mais antiga receita de massa fermentada que leva na sua composição açúcar.


Na receita, além desse açúcar e fermento, leva também farinha, manteiga, ovo e sal. O resultado é uma massa bem macia, nem salgada nem doce, do tamanho de uma empada grande, com bordas em gomos (por conta do formato da forma). Mais parece um cogumelo com duas bolas superpostas, uma pequena sobre outra maior.

Nos primeiros tempos era privilégio de nobres, consumido apenas em ocasiões especiais. Com o tempo, foi se popularizando e passou a freqüentar todas as mesas. Em cada região da França ganha formato e recheio próprios. Além da receita clássica, recebe variações com adição de frutas, passas, queijo. Depois ganhou o mundo - na Itália é "panettone" ou "pandoro"; na Alemanha, "stollen" ou "kugelhopf"; na Espanha, "pompes" ou "mouna"; em Portugal e Brasil, é "brioche"mesmo.

Mas pronunciar frases desastrosas não é privilégio de Maria Antonieta. Aqui mesmo outra mulher poderosa, a ministra do Turismo Marta Suplicy, seguiu seu exemplo. Quando aconselhou passageiros, indignados com os repetidos atrasos dos aviões, a "relaxar e gozar". Nem original foi. Que a frase "se o estupro é inevitável, relaxe e goze" já havia sido dita antes, por Tex Antoine - o homem da previsão do tempo de uma televisão americana. Maria Antonieta perdeu a cabeça. Tex Antoine, o emprego. Já a ministra, paulista e afortunada, apenas a chance de não ser arrogante.

*Texto de Lectícia Cavalcanti


Receita de BRIOCHE


Ingredientes

1 kg de farinha de trigo
150 gr de açúcar
3 ovos inteiros
20 gr de sal
1 litro de leite
35 grs de fermento biológico
12 ovos
600 gr de manteiga

Preparo

- Misture bem todos os ingredientes, até formar uma massa homogênea. Deixe descansar por 20 minutos.
- Amasse novamente a massa por 5 minutos, divida a massa em pedaços (formando bolas), e deixe descansar outra vez por 20 minutos.
- Coloque as bolas em forma de empada. Puxe a massa em cima, formando uma bolinha (é assim a forma original).
- Deixe descansar mais uma vez, por 1 hora. Pincele com ovo e asse em forno pré-aquecido em 180º.

*Lectícia Cavalcanti coordena o caderno Sabores da Folha de Pernambuco, escreve na Revista Continente Multicultural e no site pe.360graus.

12.10.10

Aprenda a fazer bolo e pão de pinhão

Embora não estamos mais na época do pinhão, guarde essas dicas para o próximo ano.

A saborosa e nutritiva semente da araucária enriquece receitas doces e salgadas

Pinhão de Cunha, um dos melhores de São Paulo: a semente da araucária é nutritiva e versátil
Bolo, pão, paella de pinhão, pinhoque (nhoque feito com pinhão), bombom de pinhão, panqueca de pinhão, goulash de pinhão, creme de pinhão ao conhaque.

A cidade de Cunha, a leste do estado de São Paulo, é um bom destino para encontrar combinações como estas, à base da saborosa e nutritiva semente da araucária -- uma belíssima árvore autóctone do Brasil e que, ameaçada de extinção por causa do desmatamento, tem sido gradualmente substituída por pinheiros canadenses (Pinus Elliotii) ou pela especulação imobiliária rural. O iG Comida esteve em Cunha, que concentra uma produção anual de 800 a 1000 toneladas de pinhão de boa qualidade, e trouxe informações sobre o ingrediente e duas receitas de dar água na boca.

A polpa macia e energética do pinhão é composta sobretudo de amido. É rica em vitaminas do complexo B, cálcio, fósforo e proteínas. Também é fonte de ferro. Antigamente, os índios o assavam na brasa, coberto com as folhas da grimpa (parte mais alta da árvore). Depois, era descascado e consumido. Os coletores (aqueles que coletam pinhão nas florestas subindo até o topo para retirar as pinhas com uma vara longa), durante suas andanças pelas florestas em busca de sementes, mantiveram a tradição indígena e até hoje assam o pinhão na mata.

Se os índios e coletores nos ensinaram a assar os pinhões, aprendemos também que o sabor fica ainda melhor se as sementes forem cozidas. O pinhão é uma oleaginosa. É rico em gorduras, portanto confere consistência, textura e umidade ao alimento. Estas são qualidades que quem trabalha com o pinhão sabe reconhecer: enriquece, encorpa, agrega sabor e aroma aos pratos. O pinhão de Cunha é considerado um dos melhores do estado de São Paulo.

E a cidade reúne tanta gente quituteira em torno do pinhão que todos os anos organiza festivais a fim de promover as delícias feitas com as sementes de araucária. O resultado são receitas como os já citados paella com pinhão, pinhoque, bombom, panqueca, goulash, creme de pinhão ao conhaque... A comunidade até organizou um livro com as receitas mais significativas.

Bolo e pão de pinhão

Formada em economia na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), a paulistana Quitéria Turci, a Kika, chegou a Cunha em 2003. Deixou a correria e as "neuras", como ela própria diz, da cidade e inaugurou a Pousada Candeias junto com o marido, Antônio Turci. O terreno da pousada tem oito alqueires com 2 000 araucárias. A produção gira em torno de 3 000 quilos de pinhão por ano.

Quando chegou a Cunha, Kika, hoje uma excelente cozinheira, comia pinhão cozido nas festas juninas. Era o único modo que conhecia. Logo tratou de arrumar o que fazer com tanta matéria prima. Pesquisou bastante e passou a oferecer aos hóspedes, além do pinhão cozido ou assado, outras gostosuras: arroz com pinhão, carne com pinhão, quibe e sopa creme de pinhão. Ela praticamente dominou o preparo e, nos festivais locais, seus produtos são muito requisitados.

O pão e o bolo de pinhão (criações próprias da Kika) são, de longe, os pratos mais badalados. Para esta reportagem, ela preparou os dois. São receitas de fácil execução e que requerem apenas atenção aos detalhes para que se aproveite e retire o que o pinhão cozido tem de melhor. A repórter provou e aprovou as duas receitas, ainda quentinhas, devoradas em minutos. Toda a casa se encheu de aromas.

Para fazer as duas receitas, é preciso cozinhar o pinhão e transformá-lo em farinha.

Saiba como fazer a farinha de pinhão:

- quanto mais clara for a casca do pinhão, mais novo e fresco ele será. Por razões óbvias, pinhão mofado ou furado por bichinhos não serve.- o pinhão deve ser guardado em local seco e arejado.

- para cozinhar o pinhão, o ideal é cortar a ponta da casca com uma tesoura de cozinha e cozinhá-lo em panela de pressão por aproximadamente 40 minutos.

- para descascá-lo (a parte mais difícil), Kika recomenda o uso de um alicate de eletricista, apertando firmemente, enquanto ele estiver bem quente. Ela aproveita as cascas para decorar vasos e jardins da pousada. O que sobra vira composto orgânico, nada se perde.

- depois de descascados e frios, deixe os pinhões na geladeira por uma noite e só então triture-os em um processador ou liquidificador. Se triturá-los na hora, a farinha não fica soltinha, devido à umidade.

Bolo de Pinhão


Rende uma assadeira/fôrma (daquelas com furo no meio)

Ingredientes

2 colheres de sopa de manteiga
2 xícaras de açúcar mascavo
2 xícaras de farinha de trigo
2 xícaras de pinhão cozido e processado
5 ovos
2 xícaras de leite
1 colher de sopa de fermento
1 xícara de frutas cristalizadas

Preparo

Bata as claras em neve e reserve. Bata as gemas, o açúcar e a manteiga até obter um creme. Adicione a farinha, o pinhão e o leite. Misture bem. Acrescente as claras em neve e depois o fermento junto com as frutas cristalizadas. Coloque em forma untada em forno pré-aquecido para assar em temperatura média, por mais ou menos 45 minutos.

Quem quiser pode substituir parte das frutas cristalizadas por nozes picadas ou castanhas, ou ameixa preta.

Cobertura

Há muitas versões de cobertura. Pode-se usar chocolate ao leite derretido, açúcar de confeiteiro com limão ou queijo Philadelphia batido com açúcar de confeiteiro. A versão de cobertura da Kika leva uma colher de sopa de leite adicionada a três colheres de sopa de açúcar de confeiteiro, bem batidas e derramadas sobre o bolo. Frutas cristalizadas e pedaços inteiros de pinhão para enfeitar.

Pão de pinhão

(rende até quatro fôrmas inglesas de pão)

Ingredientes

3 ovos
200ml de óleo
60g de fermento biológico (4 tabletes)
350ml de leite morno
3 colheres de sopa de açúcar
2 ½ xícaras de farinha de pinhão
1kg de farinha de trigo
1 colher de sopa de sal
1 gema para pincelar

Preparo

Em uma tigela grande, coloque ¼ de farinha de trigo, a farinha de pinhão e o sal. Misture bem e reserve. Bata no liquidificador os 5 primeiros ingredientes da lista acima até obter uma mistura homogênea.

Adicione lentamente essa mistura aos secos que estavam reservados. Com o restante da farinha acerte a massa até obter o ponto para sovar (uma massa macia, sem grudar nas mãos).

Unte as fôrmas inglesas, coloque a massa e pincele a superfície com a gema. Deixe crescer até dobrar de volume. Em dias frios, demora mais para a massa crescer, a dica é deixar a cozinha aquecida, fechada.

Asse em temperatura média por aproximadamente trinta minutos ou até dourar. Espere amornar para tirar da fôrma.
Pousada Candeias Rodovia Cunha-Paraty km 58,5(12) 3111 2775 contato@pousadacandeias.com.br

Fonte: Comida ig
Ed

6.10.10

Bobó de Camarão


Dias sem postar, vida corrida e olha eu aqui de madrugada, dando um alôzinho rápido pra vcs...Sorry, pela ausência...
Hoje no almoço fiz uma receitinha nova, foi a primeira vez que eu preparei um bobó de camarão e tive uma mãozinha amiga pra me auxiliar no preparo, minha amiga e secretária do meu lar, Leda.

Aqui em casa a receita foi aprovada, pela facilidade, sabor e rapidez.

Ingredientes

400 grs de camarões médios descascados
500 grs de macaxeira (aipim)
Suco de 1 limão (usei meio)
1 cebola grande picada
2 dentes de alho picados ou espremidos
1/2 xíc de coentro picado fininho (usei salsinha)
2 colheres de sopa de azeite de dendê (usei azeite comum)
4 colheres (sopa) de azeite de oliva
200 ml de leite de côco
1 sachê de fondor (não usei)
1 lata de molho de tomate peneirado (250 grs)
6 xícs de àgua quente
Gengibre fresco ralado á gosto
Sal a gosto ( usei sal marinho)
Pimenta do reino a gosto

Preparo

-Coloque em uma panela a macaxeira, a àgua , dua colheres de sopa de azeite e meia cebola,cozinhe até ficar macia.

- No liquidificador bata a macaxeira e acrescente o sachê do Fondor e o leite de côco, liquidifique tudo e reserve.

- Numa panela coloque o azeite, refogue o alho, 1/2 cebola, a pimenta, o gengibre, o molho de tomate, o coentro e o sal.

-Adicione o camarão e o suco do limão e deixe por 5 minutos.

-Acrescente o creme de macaxeira e dê uma leve fervura.Leve à mesa , se preferir sirva com arroz branco.


* Minhas observações sobre esta receita, retirada da embalagem de camarão Netuno:


Como não tinha tudo o que pedia na receita original , fiz como achei melhor...

E pra quem como eu não gosta tanto do sabor marcante do coentro, use salsinha, fica muito bom também;

- Não senti falta do Fondor, acho que estou numa fase "menos sódio";

- Usei somente o suco de 1/2 limão e achei que o sabor ficou ótimo;

- Não tinha o azeite de dendê e deu certo, a receita ficou muito saborosa assim mesmo.


15.9.10

11 soluções para quem mora sozinho manter uma alimentação saudável

Disciplina, criatividade e planejamento ajudam a manter uma dieta equilibrada

Lanches, fast food ou congelados? O que temos para hoje? Essa é a rotina de quem mora sozinho e por preguiça, falta de tempo ou de afinidade com o fogão, acaba optando por pratos prontos e práticos que ajudam a economizar tempo, mas muitas vezes detonam a saúde e a dieta. "independente da situação em que você se encontre, deve ficar claro que a alimentação saudável é aquela que equilibra os nutrientes e mantém o corpo e a mente em dia. Congelados e fast foods, embora saborosos, não entram neste grupo", explica a endocrinologista Ellen Simone Paiva.

Ajustar a vida corrida do dia a dia a uma dieta balanceada é tarefa difícil e é preciso criatividade, planejamento e muita disciplina para não extrapolar no consumo dos industrializados, por isso selecionamos algumas dicas que vão te ajudar montar e a manter o cardápio balanceado e cheio de saúde. Confira a seguir:

1. Monte um plano. Elabore um cardápio semanal programando o que irá comer nas refeições. Veja o que já tem na despensa, e faça uma lista do que falta comprar. Assim você aproveita os alimentos que já tem e compra apenas o que for realmente necessário. "Programar as refeições permite que você balanceie sua dieta e controle a quantidade de comida ingerida ao longo da semana, assim, não entra em crise com a balança", explica Ellen.

2. Fibras no prato. Ao elaborar seu cardápio, pense em opções práticas e leves como saladas, polpas de frutas e produtos integrais, que são ricas em fibras, nutrientes aliados da saciedade. "Uma boa pedida são as saladas prontas vendidas em saquinhos que, além de saudáveis, são acessíveis e garantem a presença das verduras no seu prato", sugere a endocrinologista.

3. Congelados do bem. Quando tiver um tempinho no fim de semana, prepare os alimentos do almoço (feijão, sopas, carnes, legumes cozidos) e congele em porções pequenas. Caso não seja possível, peça ajuda a alguém próximo ou encomende os pratos com cozinheiras que vendem refeições para fora ou em um restaurante. 'O maior dilema das pessoas que moram sozinhas é o desperdício e a preguiça. É difícil saber a quantidade certa de comida a ser feita e daí bate o desânimo. Listar os alimentos e prepará-los em pequenas porções ajuda a evitar desperdícios e estimula a pessoa a se alimentar corretamente", diz Ellen.

4. Foco no cardápio. Limite-se a comprar o que é necessário, evite aquelas guloseimas, como salgadinhos de pacote, bolachas recheadas, chocolates, petiscos, pois na hora da fome, você não pensará duas vezes em optar por estes alimentos em vez de preparar uma refeição saudável. Se você não os tiver em sua despensa, será mais fácil evitá-los, não é verdade?

5. De olho na validade. Compre pequenas quantidades de embutidos e frios (mussarela, presunto, peito de peru e outros), pois estragam facilmente, já que o prazo de validade é bem curto. "Outro grande problema de quem mora sozinho é a intoxicação. Os alimentos ficam meses na geladeira e acabam estragando ou passando do ponto, daí haja estômago", explica.

6. Sucos no copo. Se não tem a versão in natura das frutas, as polpas congeladas são excelentes opções para ter em seu congelador. Use elas em vez de sucos em pó, que são ricos em sódio e corantes artificiais. "Embora não substituam as frutas naturais, as polpas mantêm grande parte de seus nutrientes e facilitam a preparação de sucos. Outra opção é consumi-las com iogurte natural", explica Ellen.

7. Hora do lanche. Iogurtes e barras de cereais podem ser boas pedidas para se ter em casa, principalmente para quando surgir aquela vontade de comer um docinho, ou mesmo para os lanches intermediários.

8. Massa turbinada. Troque o miojo por massas instantâneas que bastam ir ao forno, com água ou leite, por alguns minutinhos e estão prontas. Elas são mais nutritivas e menos calóricas. A sugestão da nutri é incrementar o prato com legumes e vegetais picados que podem ser comprados já em pedaços e lavados nos sacolões e supermercados. Ficou fácil, não?

9. Prefira o sacolão à feira. Pois, nele você pode escolher os produtos que quer levar sem ter que comprar por bacia. Vá uma vez por semana, compre pequenas quantidades de verduras, legumes e frutas e dê preferência por aqueles tipos que não se estragam facilmente, como maçã, banana, uvas, laranja e no caso das folhas, opte por aquelas que não murcham com facilidade e que são da época. Assim, além diminuir a quantidade comprada, você economiza.

10. Sanduba liberado. Os sanduíches podem ser consumidos no jantar, desde que você saiba escolher os ingredientes. "Acrescente sempre verduras e legumes, escolha uma fonte de proteína (frango desfiado, carne fatiada, atum, peito e blanquet de peru, ricota e queijos brancos) e varie no tipo de pão (integral, sírio, francês, ciabata)", explica a nutri. "Compre um tipo e quando acabar, experimente outro. Prefira requeijão, cream cheese, geleia. Substitua a maionese e a manteiga pelo azeite", sugere Ellen Paiva.

11.Refeição leve no jantar. Uma boa opção é trocar a lasanha congelada de sua marca preferida ou o sanduíche do fast food por pratos prontos vendidos em restaurantes ou por cremes de legumes com carne, que podem ser batidos no liquidificador e depois congelados.

Sugestões de pratos rápidos e saborosos

O risoto é um prato fácil de preparar e que pode ser feito com os ingredientes que estão sobrando na geladeira. Por conter alimentos de grupos diferentes, torna-se um prato equilibrado.

Aprenda a fazer a receita:

Risoto natural
Ingredientes

1 xícara de chá de Arroz integral (cru)
1 Cenoura inteira média (crua)
1 Abobrinha inteira média (crua)
6 ramos de Brócolis (cru)
½ Cebola pequena (crua)
2 unidades pequenas de Alho
2 colheres de sopa cheia de Requeijão Light
1 colher de sopa de Queijo Parmesão ralado Light
2 colheres de chá de Sal Refinado
4 copos médios de Água

Modo de Preparo

Cozinhe em água e sal a abobrinha picada, a cenoura em cubos e o brócolis picado . Bata o caldo de cozimento dos vegetais com o requeijão.Em uma panela, adicione o alho, a cebola e o arroz e refogue bem. Acrescente sal a gosto, acrescente o caldo de vegetais batido com requeijão e deixe cozinhando em fogo baixo até o arroz ficar al dente .Acrescente os vegetais cozidos, mexa delicadamente com auxílio de um garfo. Coloque em um prato e salpique o queijo ralado.

Receita extraída do livro Saúde & Sabor com Equilíbrio - Volume II, da Nutricionista Roseli Rossi. www.equilibrionutricional.com.br

Omeletes - Abuse da sua criatividade no preparo de omeletes: use queijo, verduras e legumes crus (chicória, espinafre, cenoura ralada).

Opções de recheio

Para quem está de dieta.

O ovo é fonte de proteína e a combinação perfeita para quem está de regime é aquela que leva queijo branco ou ricota. As duas opções são fontes de proteína e possuem poucas calorias, formando a dupla proteína quando utilizados na omelete. Para quem treina. Nada melhor do que uma combinação da proteína do ovo com uma fonte de carboidrato para melhorar o rendimento no treino. Uma boa pedida é o recheio com batatas, que torna a omelete mais consistente.

Para quem acabou de acordar

A combinação que vai ajudar a colocar a preguiça de lado para o início de mais um dia é aquela que leva queijo (alimento classificado como construtor que ajuda o corpo a se fortalecer). O ovo vai animar o corpo e pode ser feito no forno caso seja preferível.

Para quem quer se deliciar com todas as possibilidades

Os nutrientes do recheio escolhido não são prejudicados quando feitos com o ovo, ou seja, você só ganha com estas combinações. Desde espinafre cozido a cogumelos, as escolhas são infinitas. O importante é ser criativo, mas nunca se esquecer da saúde. Segundo a endocrinologista Ellen Paiva, o presunto é muito utilizado em omeletes, mas é um alimento considerado embutido e, por isso, menos saudável para o corpo.

Dia de macarrão

É uma das preferências nacionais, por ser preparado em apenas alguns minutos, é uma preparação bem comum, e pode ser algo bem saudável sim, com azeite e alho, ao sugo, à bolonhesa ou com brócolis.

Macarrão de panela de pressão
Ingredientes

1 dente de alho amassado
1/2 cebola picada
2 colheres (sopa) de azeite
1/2 lingüiça calabresa
100 g de presunto
1/2 lata de molho de tomate
2 latas de água
1 lata de creme de leite sem soro
100 g de azeitonas picadas
cheiro verde a gosto
sal a gosto
100 g de mussarela picada
2 latas de água
1 pacote de macarrão tipo penne

Modo de Preparo

Frite o alho e a cebola no azeite. Adicione a calabresa e o presunto para dourar. Coloque o molho de tomate e a água e deixe ferver. Adicione o sal, o cheiro verde, as azeitonas e o creme de leite e, por último, o macarrão ainda cru. Leve à panela de pressão por sete minutos. Comece a contar esse tempo após a panela pegar pressão. Depois de cozido, abra a panela, coloque a mussarela picada e sirva ainda quente.

Receita cedida por Luiza Zaidan
Fonte: minhavida.uol

6.9.10

Rosh Hashaná


No próximo dia 8 de setembro, os judeus comemoram o Rosh Hashaná, o ano novo do calendário judaico.
Como sou casada com um judeu, não poderia deixar essa data passar em branco aqui no Blog!

Um ano doce pra todos!


"Conhecido como o Ano Novo judaico, o Rosh Hashaná é uma festividade celebrada no primeiro mês do ano do calendário hebraico, Tishrei.

A celebração, neste ano será realizada no dia 8 de setembro, e começa ao anoitecer, com o toque do shofar, um instrumento de sopro feito com chifre de carneiro.

Durante a cerimônia, orações penitenciais e poemas religiosos são recitados para que os indivíduos possam confessar seus pecados e pedir o perdão divino, como uma tentativa de anular erros que impeçam sua comunhão espiritual com Deus.

Na tarde do primeiro dia, realiza-se o tashlikh, um costume de recitar certas preces e jogar pedras ou pedaços de pão na água como um símbolo da eliminação dos pecados.


Costumes e Tradições À mesa
Como toda festividade judaica, as refeições são alegres e compostas de algumas simbologias. Normalmente, é usada uma toalha branca e flores alegres na mesa. Existem algumas diferenças entre os pratos servidos pelos Ashkenazitas (originários do Ocidente) e Sefaraditas (do Oriente), mas o essencial para bons augúrios são usados para ambos.

Maçã com mel (tapuach)
Simbologia: para ter um ano tão doce quanto o mel. Além disso, a fruta é considerada na Torá, como algo muito precioso. Segundo o misticismo judaico, a Cabala, é a maçã é a “nobre obra de Deus” e muito adequada para ser servida no dia da comemoração da criação do mundo.


Chalá redonda (chalá aguilá)
Simbologia: o tradicional pão trançado servido ao longo do ano, é servida no formato redondo, pois círculos não tem inicio nem fim, assim simboliza o ciclo da vida, da continuidade e da eternidade. Além disso, a forma sem arestas e ângulos representa a oração pela paz, harmonia, por um ano sem atritos e conflitos.


Peixe (dag)
Simbologia: devido a sua rápida multiplicação simboliza a fertilidade. Normalmente, a cabeça do peixe é servida para o homem mais velho da família.

Também são servidos legumes em rodelas e refogadas com mel, os quais simbolizam prosperidade e abundancia.
Com o passar dos anos, os cardápios tiveram que ser adaptados às regiões e cultura local, levando em consideração épocas de cultivo e estações climáticas.

Nas semanas que antecedem o Rosh Hashaná, é costume presentear familiares e amigos com doces, chocolates e frutas secas, com votos de Shaná Tová, ou seja, um ano novo doce!

Em 2010, as Grandes Festas celebram os 5.771 anos da criação."

Shana Tova a todos!


6.8.10

Bolo de Banana com Castanha-do-Pará


Cinco bananas olhando pra mim há 1 semana na fruteira.Fiquei pensando: nada mal um bolinho de banana com elas.
Fazia um tempão que não comia um.Corri pra um de meus sites preferidos o Chocolatria da Simone Izumi e me deparei com um belíssimo Bolo Fofo de Bananas.E fofo nos dois sentidos, que capricho!
Como eu tava mais com vontade de experimentar a receita e o bolo, deixei pra outra hora a linda decoração de florzinhas que ela fez.
No próximo com mais tempo, vou arriscar e fazer bonito também.
E que bolo gente.Fofo, doce na medida e o crocante que a castanha-do-pará dá à receita não tem preço.Mais uma super receitinha dela que é tiro e queda.
Má.
Ingredientes
-6 bananas grs – 2 amassadas e agregadas na massa e 4 para decoração (para as rosas)
-10 colheres farinha de rosca
- ½ xícara de açúcar mascavo (usei o demerara, pois não tinha o mascavo)
- 1 colher (sopa) de fermento em pó
-1 colher (sobremesa) de canela em pó
-2 ovos grandes
-1 pote de iogurte natural (200 g)
-½ xícara de óleo
-½ xícara de castanha-do-pará picadinha

Modo de Fazer

Junte os ingredientes secos em uma tigela: a farinha de rosca, o açúcar mascavo, a canela e o fermento. Reserve.Em outra tigela, junte os ovos, o iogurte, o óleo e as bananas amassadas. Misture à mão com o auxílio de um fouet ou espátula delicadamente. Junte os secos à esta mistura e envolva até obter uma massa homogênea.

Unte uma fôrma(diâmetro 25cms) com óleo e polvilhe com farinha de rosca. Verta metade da mistura e salpique as castanhas-do-pará picadinhas. Cubra com o restante da massa e leve ao forno pré-aquecido a 180°C por cerca de 40 minutos ou até espetar um palito e este sair seco.

Fonte: Chocolatria

4.8.10

Minha Dobradinha


Ontem, terça-feira, dia de almoço na casa da sogra.Dessa vez eu tinha uma missão: fazer o prato principal.

Sugeri uma dobradinha, já que aqui em casa adoramos.Minha sogra também gostou da idéia.

Fui atrás de receitas bacanas na Net, mas todas que vi tinha algo específico, seja na hora de limpar o bucho ou no modo de cozer ou nos ingredientes que eu deveria adicionar.

Ai meu Deus, que dilema!

Cheguei do jornal, já de madrugada e sem sono, arregacei as mangas e de duas receitas que imprimi da Net, considerei os ingredientes e quantidades ao meu gosto, mas que fosse suficiente para servir de 3 a 4 pessoas.

O resultado é esse aí da foto.Minha sogra e marido aprovaram e de quebra até o tio Isaac foi presenteado com uma porção da tal dobradinha.Dia frio, um prato quentinho pra esquentar a barriga e elogios de sobra, que bom..Fiquei muito feliz.;-)

Ingredientes

500grs de bucho de boi
250 grs de feijão branco
1 linguiça e meia de paio em cubos
1 linguiça calabresa defumada em cubos
5 batatas médias em cubos (médios)
1 cenoura grande cortadas em rodelas e depois ao meio
1/2 cebola grande picadinha
3-4 dentes de alho picadinhos
1 colher de sopa de óleo
3 colheres de sopa de extrato de tomate
salsinha picadinha à gosto
pimenta do reino à gosto
sal à gosto
2 colheres de sopa de vinagre
1 limão

Preparo

1- Deixe o feijão branco de molho numa vasilha com àgua na noite anterior.No dia seguinte, cozinhe-o em panela de pressão por uns 15 minutos.Fique de olho pois ele cozinha muito rápido, por ter ficado de molho.O ideal é que ele fique ao dente.Após a cocção, reserve.

2- Escalde o bucho por umas 3 vezes em àgua quente.Na 3ª escaldada acrescente suco de um limão e depois escorra e lave.

3- Coloque àgua (até a metade) numa panela de pressão e acrescente 2 colheres de sopa de vinagre e deixe o bucho cozinhar por 1 hora aproximadamente ou até ficar bem macio.Escorra e lave com agua quente, deixe esfriar um pouco e corte-o em tirinhas, reserve.

4- Cozinhe a batata e cenoura até ficar al dente.Reserve.

5-Numa panela grande ( fiz numa teflon) coloque o óleo, o paio e a linguiça e deixe dourar.Acrescente o alho e depois a cebola picada até dourar.Acrescente o bucho, o extrato de tomate, o feijão branco com seu caldo, as batatas e cenouras cozidas, mexa tudo delicadamente, acerte o sal e pimenta do reino.

6-Deixe no fogo baixo por uns 10 minutos para que os sabores se agreguem.Salpique salsinha picadinha fresca na fora de servir.Vai muito bem com arroz branco e farofa!
Um abraço,

Má.

29.7.10

Polenta com Cogumelos ao Limone


Se você ,como eu, também gosta de uma boa polenta nestes dias mais frios, segue uma combinação ótima e diferente pra mudar a cara daquela tradicional polenta com carne moída, que normalmente fazemos em casa.

Ingredientes:

-500ml de caldo de legumes
-25g de manteiga
-1 colher de sobremesa de açafrão em pó (ou pistillo)
-125g de polenta amarela de grano duro (importada)
-2 colheres (sopa) queijo parmesão ralado
-Mix de cogumelos: 3 xícaras de cogumelo shitake em tiras 2 xícaras de cogumelo shimeji despedaçado
30ml de azeite -Sal e pimenta do reino a gosto
-Raspas de 1 limão tahiti
-Raspas de 1 limão siciliano

Modo de Preparo:

1. Em uma panela a água e junte a manteiga e o açafrão.
2. Baixe o fogo e, com cuidado, despeje a polenta lentamente (como uma chuva).
3. Cozinhe a polenta, mexendo constantemente por cerca de 10 minutos, até que fique consistente.

Mix de cogumelos:

1. Aqueça uma frigideira, junte o azeite e refogue os cogumelos até ficarem macios. Desligue o fogo.
2. Tempere com sal e pimenta.
3. Misture as raspas de limão.

Montagem:

1. Coloque a polenta em recipientes individuais ou em uma travessa grande.
2. Por cima coloque o os cogumelos.
3. Se desejar rale parmesão na hora de servir.
Rendimento: 2 porções


Fonte: Uol/ Receita de Patricia Abbondanza, chef de cozinha e sócia da Dedo de Moça, butique de treinamento personalizado em gastronomia. /Foto: Carol Milano

Bem cuidados, calçados podem ter a vida útil estendida


Eles são levados de um lugar para o outro, usados à exaustão e, na maioria das vezes, pouca atenção recebem dos seus donos. Os calçados são, geralmente, peças caras e feitas para durar anos, mas nem sempre é isso o que acontece.

A falta de cuidado ou o uso de produtos inadequados para a limpeza podem encurtar a vida dos sapatos. "Já vi casos de pessoas que passaram álcool para amaciar o couro, colocaram no micro-ondas para secar ou deixaram os calçados espalhados e o cachorro acabou roendo", conta o sapateiro Marcos Badillo, da Sapataria Irmãos Badillo.

A gerente de operações da Sapataria do Futuro, Nadir Felício, conta que um dos principais erros que as pessoas cometem em relação a seus calçados é a limpeza inapropriada. "Na maioria das vezes, as pessoas não limpam seus calçados depois do uso. O ideal é guardá-los limpos, inclusive a sola, e deixá-los para ventilar antes de guardar. Além disso, o uso de produtos que não são específicos para esse fim danifica o material, o que pode ser irreversível."

Além da limpeza e cuidado, a organização dos pares é fundamental. "O ideal é organizar por modelo: sapatilhas, botas, chinelos, sandálias. Você pode colocá-los em saquinhos de TNT ou tela para respirarem ou deixá-los enfileirados no armário. No caso das botas, se possível, não deixe o cano dobrado. Coloque um papel dentro para que ele fique reto. Sapatos mais caros e delicados, com pedrarias, por exemplo, devem ser guardados nas suas caixas, para protegê-los melhor", ensina a estilista Paula Martins.

Vistoria periódica

A estilista recomenda que, a cada dois meses, seja feita uma vistoria nos calçados. "É bom verificar o bico, a capa do saltinho, a sola, a limpeza e não esperar o sapato danificar muito para levá-lo ao conserto. A esta altura, pode ser que não tenha mais solução", explica Paula.

A estilista ressalta que o cuidado tem de ser redobrado no caso dos sapatos com solas claras, já que o couro absorve a sujeira. "O calçado vai empretecendo e fica difícil remover o encardido. Verifique sempre se o pé está limpo antes de usá-lo."

Sapateiros dão dicas de reforma e limpeza dos calçados

Se o calçado precisa de uma reforma ou se você simplesmente enjoou do modelo, mas não quer jogá-lo fora, os sapateiros podem dar uma mãozinha e deixá-lo como novo. Marcos Badillo e Nadir Felício contam quais são as principais alterações possíveis, e também ensinam como fazer corretamente a limpeza de cada tipo de calçado.

Reforma

- Cor: Quase todos os materiais podem ter sua cor modificada ou retocada
- Salto: O tamanho dos saltos pode sofrer suaves modificações tanto para mais quanto para menos. O formato do salto também pode ser alterado para mais fino ou mais grosso
- Botas: Para aquelas pessoas que têm a panturrilha muito grossa ou muito fina, é possível acrescentar ou diminuir tecido no zíper das botas
- Bico: Dá para deixar o bico mais arredondado e colocar uma proteção para o desgaste ser menor
- Sola: É possível acrescentar um antiderrapante ou colocar uma nova sola no caso de a primeira estar danificada ou muito gasta
- Tamanho: O número do seu calçado pode ser maior ou menor. Palmilhas e suportes para o calcanhar diminuem a numeração, enquanto ferramentas específicas para alargar o sapato aumentam.

Limpeza adequada

- Couro: Utilize uma flanela limpa e seca, já que o couro absorve pouca sujeira, e depois aplique a graxa
- Plástico: Use um pano umedecido com água e sabão e passe a esponja para tirar sujeiras mais difíceis, ou lave-os com água e sabão neutro. Deixe secar à sombra
- Tecido: A limpeza deve ser a seco, já que a água pode manchar as cores ou soltar a cola da sola. Faça uma espuma com água e sabão neutro e utilize uma escova de cerdas macias para limpá-lo. Retire com um pano seco. Não molhe.
- Sintético: Utilize um pano seco e produtos neutros próprios para esse tipo de material
- Verniz: Nunca utilize sabão, apenas produtos específicos para verniz
- Nobuck e camurça: Nunca utilize produtos abrasivos. Limpe com espuma de água com sabão neutro ou produtos apropriados para esse tipo de material. Passe uma escova firme e um pano seco em seguida.
Deixe secar à sombra. Se possível, utilize um revivedor para retomar a cor e impermeabilizante para proteger dos líquidos.

Atenção!

O couro é como uma pele. Se tiver rachaduras, dificilmente será possível restaurá-lo. O nobuck, tipo camurça, mas sem pelo, pode ser impermeabilizado. Depois de muito surrado, pode ser pintado de uma cor mais escura e ganhar aspecto de couro liso. (C.M./AE)


Fonte:Yahoo/Por Caline Migliato/AE

22.7.10

Kaisou (algas marinhas)

Suas primeiras aparições: Era Jomom, para obter sal; Era Nara, em poemas; e na legislação mais antiga do Japão, no ano 701, como “moeda”

Apesar de existirem milhares de espécies de algas no mundo, os únicos países que as utilizam efetivamente em sua alimentação diária são o Japão e a Coréia do Sul. Segundo dados da última pesquisa nacional de saúde e nutrição, realizada em 2003, pelo Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar do Japão, os japoneses consomem uma média de 13,2 g de algas por dia, o que totaliza quase 5 kg por ano! Presentes em saladas, sopas, cozidos, refogados e até mesmo em doces, as algas fazem parte da vida nipônica desde os primórdios de sua história, como veremos a seguir.

História

No sítio arqueológico de Kamegaoka, na província de Aomori, foram encontrados, junto a utensílios de barro da Era Jomon (300~10 mil a.C.), resquícios de algas, como a wakame. Não se sabe de que maneira os homens da época consumiam as algas, mas supõe-se que, como não existia ainda uma técnica para obtenção de sal, as algas serviam para suprir essa necessidade.

Na antologia de poemas mais antiga do Japão, Man’yôshu, compilada na Era Nara (séc. 8), as algas são citadas em mais de cem poemas, designadas como tamamo. Isso indica que elas já eram amplamente utilizadas, fazendo parte do cotidiano das pessoas. Além desse registro literário, na legislação mais antiga do Japão, Taihô Ritsuryô (701), oito espécies de algas foram registradas como “moeda”, ou seja, como pagamento de impostos dos trabalhadores do mar, dentre elas, a wakame, amanori (nori) e tengusa (ágar-ágar).

Pela quantidade anual exigida, no caso da wakame, 78 kg, percebe-se como esses “impostos” eram pesados! Essas algas, pagas como impostos, circulavam pela corte e pelos templos xintoístas e budistas, e o excesso era vendido para a capital, onde era comercializado. No ano 710, abriu-se a primeira loja de algas na capital, Heijôkyô, em Nara, e uma outra especializada em tokoroten (alimento gelatinoso à base de ágar-ágar).

Porém, pelo seu alto custo, as algas não eram acessíveis à população, restringindo-se somente à nobreza por um longo período. Durante a Era Heian (séculos 8~12), as algas eram consumidas pelos nobres na forma de tsukudani (cozidas em shoyu), em sopas (missoshiru), ou apenas hidratadas, como acompanhamento para o arroz, constituindo uma fonte essencial de nutrientes, uma vez que a produção de verduras e legumes ainda era muito escassa.

Na Era Edo (séculos 17~19), Tokugawa Ieyasu ordenou a pescadores de uma pequena cidade de Shinagawa, que lhe trouxessem peixe fresco todos os dias. Os pescadores construíram um viveiro à beira-mar e perceberam que as algas proliferavam nesse lugar. Nascia a cultura de algas no Japão, cujo alimento era acessível a todos.

Propriedades benéficas

As algas são excelentes fontes de fibras, ajudando a prevenir o câncer do intestino, a arteriosclerose, a diabete, a pressão alta e até o envelhecimento precoce. Além disso, as algas secas naturalmente chegam a fornecer de 7 a 14 vezes mais cálcio do que o leite e, no geral, contêm outros nutrientes muito importantes para a manutenção da saúde, como ferro, fósforo, magnésio, iodo, proteínas e vitaminas A, B1, B2 e C. Contando ainda com a vantagem de baixas calorias, os “vegetais marinhos” são ingredientes muito versáteis, podendo ser consumidos de inúmeras formas, conforme é possível ver na culinária japonesa.

As algas mais comuns empregadas na cozinha japonesa são:

Nori – Mundialmente conhecida, esta alga se apresenta geralmente sob a forma de folhas finas pretas, normalmente utilizadas para fazer o makizushi. Seu cultivo iniciou-se na Era Edo, nos arredores de Asakusa (Tóquio), difundindo-se pelo país com o nome de asakusanori.


Wakame – Significa literalmente broto jovem. Ela é verdinha e tenra e está presente em quase todas as refeições no Japão, em saladas (sunomono), missoshiru ou como furikake (acompanhamento de arroz). Para consumi-la, basta hidratá-la, empregando-a diretamente na receita.
Konbu – Mais larga e espessa do que as demais algas, a konbu é apropriada para cozidos, como o nishime (legumes cozidos com shoyu), e para dar sabor a caldos básicos (dashi). Historicamente, essa alga sempre foi associada à boa sorte, por isso é utilizada em datas comemorativas, como o ano-novo, e seu nome faz trocadilho com a palavra yorokobu (alegrar-se).

Hijiki – Escura e de sabor neutro, é riquíssima em cálcio (100 g de hijiki fornecem 1.400 mg de cálcio) e outros minerais. Pode ser consumida refogada com legumes, cozida com arroz ou em saladas.

Kanten ou ágar-ágar – Obtida através do congelamento e secagem de extratos de algas, tem propriedades gelatinosas naturais e é muito usada no preparo de gelatinas ou outras iguarias japonesas, como o yôkan (doce de feijão com ágar-ágar) e o tokoroten.


Sou super fã de tudo o que envolve a cultura japonesa e se você também gosta de algas mas não sabe uma receitinha pra usá-las, clique aqui e conheça uma receita deliciosa de Arroz Japonês onde utilizo o Hijiki, que postei há um tempinho aqui no Blog.

Fonte e Fotos: www.nippobrasil.com.br

21.7.10

Carne-Seca, Carne-de-Sol e Charque


Você sabe a diferença?Não? Eu também não sabia.Leia a matéria abaixo e veja se você está comendo carne-seca, carne de sol ou charque...

Um abraço.
Má.

Hoje em dia no Brasil, carnes salgadas típicas podem ser resumidas em carne-de-sol, carne seca , charque e frescal. A diferença reside basicamente na técnica de preparo. Todas são feitas, preferencialmente, com carne bovina, sendo que a carne de sol depois de cortada é ligeiramente salgada e deixada em locais cobertos e bem ventilados, passando por um leve processo de desidratação. Como exige um clima muito seco, o preparo da carne de sol legítima só é possível nas regiões semi-áridas do Nordeste.
A secagem é rápida, formando uma espécie de casca protetora que conserva a parte de dentro da carne úmida e macia. O preparo da carne-seca segue o mesmo processo básico, mas leva mais sal e fica mais tempo "exposta ao sol". Já o charque passa por um processo mais elaborado, normalmente em industrias, é prensado e acondicionado em embalagens plásticas à vácuo.

A carne-de-sol é um produto tradicional de produção artesanal e mais comercializado nas duas maiores regiões territoriais do Brasil (norte e nordeste). Mesmo com o avanço da refrigeração, associado com as indústrias de larga escala que operam com instalações higiênicas e modernos equipamentos produzindo carnes salgadas, como o charque e o jerked beef, a carne-de-sol não está fadada a desaparecer, pois garantiu ao longo de décadas consumidores fiéis às suas características peculiares.
Para fabricar a carne-de-sol, submete-se a carne bovina a um leve processo de desidratação e salga, obtendo-se um produto com características muito semelhantes à carne fresca (textura e cor) que se conserva de 72 a 96 horas em temperatura ambiente.

A carne-de-sol (que não é carne-seca) é produzida, praticamente, em todo o Brasil e especialmente na região nordeste do Brasil, onde se utiliza tanto carne bovina quanto caprina. Apesar do nome 'carne-de-sol', ela é raramente exposta ao sol no processo de desidratação; ao contrário ela é deixada em locais cobertos e bem ventilados, permitindo uma secagem gradual e controlada. Portanto o antigo nome 'carne-do-vento' expressaria melhor o processo pelo qual a carne-de-sol é preparada. A carne de sol é feita a partir de cortes de toda a carcaça bovina, tendo umidade de 64-70% e teor de sal de 5-6%. Para churrascarias, as peças do animal que são mais utilizadas são o Contra-Filé e a Picanha. Diferente da carne-seca, que é muito avermelhada e suas fibras ficam escamoteáveis, a carne de sol nada mais é do que uma carne que fica mais salgada do que as outras, porém, seu interior mantém a textura e a cor original. Quando assada na brasa, fica deliciosamente macia, saborosa e completamente assada, tanto por dentro, quanto por fora.
De produto consumido regionalmente e usado em poucas receitas a carne-de-sol hoje alcançou grande visibilidade sendo consumido praticamente em todo o território nacional em inúmeras receitas, podendo ser encontrada inclusive nos grande centros, como São Paulo e Rio de Janeiro, nas residências e restaurantes inclusive fora do restrito círculo de comidas típicas.


Em Minas Gerais, o município de Mirabela é reputado produtor de excelente carne-de-sol.
No nordeste, a churrascaria pioneira em servir carne de sol chama-se "Recanto do Picuí", que está localizada na cidade de Recife no estado de Pernambuco e Maceió no estado de Alagoas. Na região Sudeste, a churrascaria que produz a carne no mesmo padrão, tanto familiar, quanto na receita, está localizada em São Paulo e chama-se "Amigos do Picuí". Depois, muitas outras se abriram, a qualidade se mantém em todos os restaurantes, pois muitas das outras churrascarias foram abertas por pessoas da mesma família ou por moradores da cidade de Picuí no estado da Paraíba, cidade-sede da carne de sol.


Já a carne seca leva mais sal e é empilhada em locais secos para sua desidratação. Após a secagem da carne ela é estendida em varal ao sol para completar sua desidratação. A carne seca é bem mais salgada se comparada com a carne-de-sol.
Outro processo de desidratação bem conhecido é o charque, típico da região sul do Brasil. O processo é bem parecido com o da carne seca. O diferencial é que leva mais sal.
Fonte: Wikipédia

16.7.10

Anomalia de ser bípede

Essa matéria chegou na hora certa. Amanheci, na segunda-feira passada, com uma baita dor na lombar.
Li essa matéria que tem super dicas pra quem como eu, sofre constantemente com essas dores.


Cá entre nós: somos uma espécie estranha. Entre outras características bizarras, que bicho que você conhece que ande o tempo todo utilizando apenas as patas de trás? Ser bípede é quase uma anomalia da natureza.

O preço desta distinção foi o aumento da carga sobre os ossos e articulações vertebrais: o que era para ser uma haste apoiada em quatro pernas, virou uma coluna precariamente equilibrada. Atualmente, a dor nas costas (ou lombalgia) é o segundo distúrbio neurológico mais comum do mundo. Se você é mais uma vítima da lombalgia, guarde estas dicas para consulta ou uso imediato:

PROCURE SEU MÉDICO DE CONFIANÇA

Este é o primeiro passo. Quer dizer, o primeiro passo é conseguir levantar da cama. Ir até o médico, na verdade, é o segundo passo. Apenas um médico está capacitado para determinar a causa da lombalgia e indicar o tratamento mais adequado.

REPOUSE

O melhor que você pode fazer pelas suas costas machucadas é retirar a carga de peso que elas carregam dia após dia. Mas não é preciso pedir o divórcio ou deixar as crianças na casa da sua sogra pelo resto da vida – apesar disso poder parecer tentador em alguns casos.

Uma solução mais simples é deitar-se com a barriga para cima e colocar um ou dois travesseiros atrás dos joelhos, mantendo as pernas levemente flexionadas. Isto alivia a tensão na região lombar. O mesmo efeito pode ser obtido deitando-se de lado, com um travesseiro entre os joelhos.

Para preservar a flexibilidade das suas costas, levante-se de hora em hora e dê alguns passos pela casa, mas cuidado para não assustar as visitas com aquela postura de Corcunda de Notre Dame.

Ah, sim: e não adianta ter pressa. Mesmo com o tratamento correto e todo repouso do mundo, você levará no mínimo uns 2 dias para ficar em condição de jogo. Algumas pessoas podem levar até 3 semanas para melhorar completamente.

ÁGUA FRIA E ÁGUA MORNA
Não tenho notícia de estudos científicos avaliando o papel das compressas no tratamento das crises de lombalgia. Mas quem quer que já tenha passado por este suplício é capaz de afirmar que estas compressas funcionam, sim, e são um santo remédio na hora em que o “bicho pega”.

Assim que você sentir a dor, aplique uma compressa gelada sobre o local. Mantenha a compressa por 20 minutos, repetindo o procedimento várias vezes ao dia. Após dois dias, você deve passar para compressas aquecidas, que aliviam a contratura muscular e favorecem o fluxo sangüíneo no local.

Banhos mornos também funcionam. Só não recomendo que você durma sobre sua compressa morna, devido ao risco de queimadura.

EVITE, EVITE, EVITE

O cartão de crédito da teimosia se chama sofrimento. Quanto mais teimosos, mais sofremos. Por isso, levante suas pálpebras e enxergue o óbvio: você tem que se cuidar melhor. Corrija sua postura a cada 30 segundos.

Se você fuma, largue o cigarro: o fumo reduz o fluxo sangüíneo para a coluna lombossacra, aumentando o risco de degeneração das superfícies articulares e desenvolvimento de dor ciática e hérnia de disco.

Espreguice bastante antes de levantar pela manhã. Use sapatos confortáveis durante o dia (com salto de no máximo 1-2 cm) e evite colchões excessivamente macios à noite. Não faça exercícios de fortalecimento sem o acompanhamento de um profissional capacitado. Alongue antes e depois de qualquer atividade física.

E se você não se chama Bruce Banner, não adianta querer virar o Incrível Hulk e empurrar aquela mesa de granito ou levantar 15 caixas de mudança sem ajuda. Existem outros 6 bilhões de seres humanos neste planeta. Deve haver 1 disposto a lhe dar uma mão.



6.7.10

Como tratar problemas digestivos com camomila


A camomila é outro remédio caseiro que é particularmente eficaz no tratamento de problemas digestivos - bem como no outras condições médicas.

O segredo medicinal da camomila está no óleo volátil derivado de flores parecidas com margaridas. Um extrato produzido da erva pode reduzir espasmos musculares e inflamações na membrana mucosa, tornando-a um útil tratamento para indigestão e cólicas menstruais. A camomila também contém substâncias que combate infecções que causam doenças menores.
Vários estudos indicam que a camomila é um bom digestivo.

A erva contém uma grande variedade de elementos ativos. O a-bisabolol, um dos principais constituintes do óleo essencial de camomila, tem propriedades antiinflamatórias e relaxa o suave revestimento do músculo do trato digestivo. Em gastrite experimental induzida e outras inflamações das membranas mucosas, a camomila demonstrou efeitos antiinflamatórios rápidos e prolongados regulares.

Já em 1914, pesquisadores estavam publicando estudos anunciando a habilidade da erva de bloquear ações de convulsivos e outras substâncias que causam espasmos. As propriedades sedativas da camomila foram documentadas em 1950. Mas nós ainda estamos aprendendo como a erva funciona.

Se você planeja tentar a camomila para fins medicinais, considere o conselho do finado farmacognicista (especialista em farmacognosia, estudioso das características e utilizações das drogas) Varro Tyler, que era professor emérito da escola de farmácia da Universidade Purdue, em Indiana, e obtenha o máximo possível do óleo volátil.

Muitas das substâncias contidas no óleo são perdidas no vapor quando o chá é fervido. Mesmo um chá muito forte pode conter apenas uma pequena porcentagem dos óleos voláteis da camomila. Por isso, prepare seu chá em um recipiente tampado. Você também pode tentar comer as flores de camomila depois de tê-las fervido no chá, em vez de simplesmente jogá-las fora.

Outros benefícios da camomila

Durante anos, os pesquisadores atribuíram o efeito antiespasmódico da camomila à presença de flavonóides, como apigenina e luteolina. Mas vários testes recentes demonstraram que outros constituintes também contribuem substancialmente para a ação sedativa total da erva. A importância do camazuleno (componente da camomila alemã que dá ao óleo essencial da erva a cor azulada) e seu precursor, a matricina, foi demonstrada em quase todas as ações da camomila.

Os constitutintes antiinflamatórios da camolina, incluindo o azuleno, o camazuleno, o a-bisabol e a matricina parecem ter modos de ação distintos. Alguns deles são mais poderosos que os outros, mas funcionam por um período de tempo menor; outros são mais suaves, mas funcionam por períodos de tempo mais longos.

O que estamos aprendendo no momento é que aparentemente todos os constituintes da camomila devem trabalhar juntos para que a erva funcione para fins medicinais. Mais, a camomila parece ser um dos melhores exemplos do reino das plantas da medicina holística trabalhando.

A camomila também ajuda a prevenir e curar úlceras. Em um estudo, dois grupos de animais foram alimentados com uma substância conhecida por causar úlceras. Os animais que também receberam camomila desenvolveram menos úlceras que aqueles que não receberam. E os animais que desenvolveram úlceras se recuperavam mais rápido se eles fossem aimentados com camomila.

Em 1979, experimentos verificaram os efeitos curativos protetores da camomila nas membranas mucosas do trato gastrointestinal. No primeiro estudo experimental, a camomila inibiu a formação de úlceras produzidas sob condições severas, incluindo estresse e administração de drogas, como o álcool.

Embora o papel central do ácido clorídrico em úlceras que ocorrem naturalmente seja objeto de disputa, foi mostrado que a camomila é capaz de inibir a formação de úlceras que são induzidas experimentalmente pelo ácido.

Além disso, um estudo alemão descobriu que a camomila, quando combinada com a pectina da maçã, ajuda a pôr um fim na diarréia em crianças. Comparado com o placebo, a combinação camomila-pectina foi significativamente mais eficaz e segura.

Fonte:Publications Ltd.. "HowStuffWorks - Como tratar problemas digestivos com camomila". Publicado em 05 de novembro de 2009 (atualizado em 31 de dezembro de 1970) http://saude.hsw.uol.com.br/tratar-problemas-digestivos-com-camomila1.htm (06 de julho de 2010)

Como tratar problemas digestivos com hortelã


A hortelã é um dos remédios caseiros mais confiáveis para problemas digestivos. Afinal, nossas avós frequentemente lançavam mão das hortelãs para combater indigestão, flatulência e cólica. Em outras palavras, elas vêm usando hortelã para tratar problemas digestivos há muito tempo.

O valor medicinal da hortelã

Os dois tipos de hortelã que você provavelmente vai encontrar é a hortelã comum e a hortelã-pimenta. Embora elas já tenham sido consideradas a mesma planta, a hortelã-pimenta é, na verdade, um híbrido natural da hortelã comum. Ela também é a mais potente das ervas.A hortelã-pimenta deve parte do seu poder curativo a um óleo aromático chamado mentol. O elemento básico ativo da hortelã comum é uma substância similar, mas mais fraca, chamada carvone.O óleo da hortelã-pimenta contém até 78% de mentol. O mentol estimula a bile (um líquido secretado pelo fígado) a fluir dentro do duodeno, onde ela promove a digestão. O mentol também é um potente antiespasmódico; em outras palavras, ele acalma a ação dos músculos, particularmente aqueles do sistema digestivo.

O valor medicinal do mentol foi provado em vários estudos com animais e humanos. Estudos russos e alemães mostram que a hortelã-pimenta não apenas ajuda a estimular a secreção da bile como também pode prevenir úlceras estomacais. O potente óleo também é capaz de matar uma grande variedade de microorganismos que estão associados com problemas digestivos.
Outros estudos também sugerem que o mentol pode ser útil no tratamento da síndrome do intestino irritável, um distúrbio digestivo comum, mas difícil de tratar, em que o intestino se contrai, causando um tipo de dor de barriga com cólicas em adultos.

Hortelã e colonoscopia

A hortelã-pimenta também é usada para parar dolorosas cólicas em pacientes que passam por uma colonoscopia (exame do intestino grosso). O óleo é aspergido diretamente no cólon por meio do tubo do colonoscópio. Essas estratégia tem sido bem-sucedida e é mais segura e mais barata que as drogas geralmente ministradas para controlar as cólicas que os pacientes têm durante o exame.

Fonte:Publications Ltd.. "HowStuffWorks - Como tratar problemas digestivos com hortelã". Publicado em 28 de outubro de 2009 http://saude.hsw.uol.com.br/hortela-para-tratar-problemas-digestivos.htm (06 de julho de 2010)

Como tratar problemas digestivos com gengibre


O gengibre é outro bem documentado remédio caseiro para distúrbios estomacais e é uma boa escolha para tratar problemas digestivos.

Como funciona o gengibre


O gengibre reduz inflamações de modo similar ao de remédios antiinflamatórios não esteróides, como aspirina; ele retarda os percursos bioquímicos associados. O gengibre também é um estimulante leve que promove a circulação.
A raiz do gengibre contém substâncias chamadas gingerol e shogaol. Quando o gengibre é usado para tratar problemas digestivos, esses elementos relaxam o trato intestinal, prevenindo os enjoos e aliviando as náuseas, os vômitos, as cólicas estomacais e a diarréia que, com frequência, acompanham a gastroenterite.

O gengibre e o enjoo

Esta erva foi estudada como um remédio para enjoo. O jornal médico britânico Lancet, por exemplo, relatou em 1982 que o gengibre é um remédio contra enjoo muito eficaz. Vários estudos mostram que duas ou três cápsulas de gengibre tomadas a intervalos de uma a duas horas durante uma viagem são eficazes na prevenção de enjoos.
A náusea que é causada pelo enjoo é uma reação complexa envolvendo várias áreas do cérebro, bem como do trato digestivo. Embora não esteja claro exatamente como o gengobre funciona, ele parece agir diretamente no estômago e no cérebro. Por essa razão, o gengibre pode ser usado para aliviar dezenas de mal-estares, incluindo qualquer forma de náusea, gás, azia, flatulência, diarréia e vertigem.

Gengibre e enjoo matinal

O artigo do jornal Lancet também recomenda cápsulas de gengibre, chá de gengibre ou ginger ale para os enjoos matinais associados à gravidez. E alguns médicos tradicionais estão prescrevendo gengibre para pacientes que ficam nauseados depois de tratamentos quimioterápicos ou de cirurgias.
Uma pesquisa de estudos sobre os benefícios do gengibre no alívio das náuseas da gravidez e das náuseas provocas por cirurgias descobriu que pacientes ficaram aliviados com quase nenhum efeito colateral.
O gengibre demonstrou uma taxa de sucesso de 75% na cura de enjoo matinal e da gastrointerite. Pesquisa com animais sugerem que extrato de gengibre fresco pode inibir as secreções gástricas e talvez tenham um papel importante na prevençãp de úlceras gástricas.
Uma onda de indigestão ou de gastrointerite certamente não é agradável, mas com esses remédios caseiros em seu arsenal, essa experiência desagradável pode ser facilmente tratada e encurtada.

Fonte:Publications Ltd.. "HowStuffWorks - Como tratar problemas digestivos com gengibre". Publicado em 04 de maio de 2009 (atualizado em 31 de dezembro de 1970) http://saude.hsw.uol.com.br/tratar-problemas-digestivos-com-gengibre.htm (06 de julho de 2010)

Roupas de inverno —como conservá-las

Existem algumas regras básicas para que seu guarda-roupa de frio sobreviva, pelo menos, até o próximo inverno. As roupas têm seus inimigos: ácaros, mofo, fungos, bolores e traças. Quem as usa — e as guarda — também comete erros. Um dos enganos mais comuns é armazenar as roupas em sacos plásticos.

Algodão

O uso no dia a dia: o algodão está presente em, pelo menos, 50% das peças que compõem o guarda-roupa do brasileiro. Resistente e confortável, não exige cuidados especiais
Como guardá-lo no armário: mantenha a roupa em local arejado porque, por se tratar de uma fibra natural, está sujeita à ação de micro-organismos

Cuidados para a preservação: roupas de algodão podem ser lavadas com sabão em pó. Prefira amaciantes com ação bactericida. Isso evita que as bactérias fiquem alojadas na poeira retida nas fibras fechadas do algodão. Camisas devem ser passadas levemente úmidas. Os moletons encolhem cerca de 5% na primeira lavagem. Se forem colocados indevidamente na secadora, encolherão ainda mais

Poliéster

O uso no dia a dia: derivado do petróleo, o tecido é feito do mesmo material usado na confecção de garrafas PET. Está em ternos e forros de casacos
Como guardá-lo no armário: mantenha as peças em cabides que não marquem o tecido, dentro de armários arejados

Cuidados para a preservação: peças como ternos e calças que têm poliéster em sua composição exigem cuidado redobrado na hora de passar. Use sempre sapata de teflon para ferro, a fim de evitar que o tecido queime ou fique com brilho

Lã acrílica

O uso no dia a dia: é uma fibra sintética desenvolvida para substituir parcial ou completamente a lã. A probabilidade de que o acrílico pinique a pele é menor, mas ele se deforma com mais facilidade do que a lã natural. Para evitar que se deforme no corpo, evite comprar roupas justas – e não puxe as mangas. Hoje há fios de acrílico mais finos do que a própria lã, mais suaves e com tramas mais cerradas, que aumentam a capacidade do tecido de reter calor

Como guardá-la no armário: os micro-organismos não atacam as fibras, mas podem agir na sujeira que fica entre elas. Guarde a peça limpa

Cuidados para a preservação: a lã acrílica requer os mesmos cuidados que a lã natural. Peças com essa composição também devem ser dobradas e colocadas, de preferência, em sacos de TNT. A única diferença é que elas podem ser lavadas com qualquer tipo de sabão em pó

Lã ou cashmere

O uso no dia a dia: use sempre uma camiseta de manga comprida por baixo – os ácaros se alimentam de resíduos da pele e, apesar de ter vida curta (50 dias, em média), reproduzem-se rapidamente e aos milhões. Cuidado também com respingos de alimentos, que atraem traças.

"Mesmo limpas na aparência, peças de lã carregam suor, vestígios de cosméticos, poluição, poeira. Guardadas sem limpeza, elas sofrem a ação do tempo e se oxidam, ganhando manchas permanentes", diz Ricardo Monteiro, coordenador técnico da Quality Lavanderia

Como guardá-los no armário: nunca pendure no cabide as peças de malha – elas se deformarão na certa. Guarde-as em saquinhos de TNT. Para combater as traças, além de guardar as roupas sempre limpas,é recomendável contratar uma empresa para dedetizar os armários uma vez por ano

Cuidados para a preservação: se a etiqueta permitir a lavagem em casa, faça-a sempre à mão e com detergente neutro. O sabão em pó é alcalino e fará com que a peça encolha e endureça. Na hora da secagem, esprema a peça sem torcê-la e deixe-a pendurada na horizontal, distribuindo o peso no varal, para evitar deformações. Ternos de lã devem ir direto para a lavanderia

Couro

O uso no dia a dia: nunca guarde roupa de couro imediatamente depois de usá-la se estiver úmida. O correto é arejar e secar a peça de um dia para o outro e só então guardá-la. Manchas de gordura e álcool dificilmente são removidas do couro sem deixar rastros. O melhor é a lavagem a seco na lavanderia

Como guardá-lo no armário: proteja as peças com capas de TNT, de preferência escuras, para evitar que o couro se suje ou degrade com a incidência da luz. O casaco de couro deve ser pendurado em cabides plásticos ou de madeira. Eles precisam ser largos, para evitar deformação nos ombros

Cuidados para a preservação: uma vez por mês, tire as peças do armário e deixe-as arejar em algum lugar fresco e com sombra – o sol pode queimar e desbotar o couro. É indicado levar esse tipo de roupa a uma lavanderia a cada seis meses para que passe por um processo de higienização e hidratação

Couro sintético

Uso no dia a dia: por ser feito de poliuretano, um produto sintético, está menos sujeito à ação de micro-organismos. No entanto, sua durabilidade é menor: ele é frágil e mais fácil de rachar do que o couro natural. A pelagem das peças que imitam camurça sai com facilidade tanto na lavagem como no uso

Como guardá-lo no armário: ao contrário do couro natural, pode ser exposto à luz e, portanto, não precisa ser guardado em capas de TNT

Cuidados para a preservação: como os tecidos sintéticos costumam impedir a transpiração, é aconselhável limpar a peça toda vez que usá-la por um período prolongado. A higienização pode ser feita em casa mesmo, com escovas macias, água e detergente neutro. Se a luz não faz mal às peças, a exposição demorada ao sol as prejudica. A resina usada em seu tratamento perde a elasticidade e se rasga com o tempo

Náilon

O uso no dia a dia: a fibra sintética é impermeável ao vento e aos líquidos. Para manter o corpo aquecido, contudo, dê preferência aos casacos acolchoados – pois é o recheio que funciona como isolante térmico

Como guardá-lo no armário: deve ser guardado limpo e completamente seco. Caso contrário, o suor retido pode dar um odor desagradável à peça
Cuidados para a preservação: o corante do náilon tem baixa resistência à luz solar – exposta ao sol por muito tempo, a roupa pode ficar amarelada. Peças de náilon não podem ser lavadas na máquina

No litoral, sem mofo

Mesmo no inverno, quando o clima fica mais seco, as cidades de praia sofrem com a umidade – que favorece a reprodução de micro-organismos que atacam os tecidos e deixam um cheiro desagradável nas roupas. Há diversas soluções para o problema, a começar pela caseira: saquinhos de tule com giz pendurados em cabides.

A melhor solução, segundo os especialistas, é o uso do desumidificador de ambientes. "O aparelho elétrico é o mais eficaz no combate ao mofo, mas é preciso instalar uma tomada dentro do armário", diz Ricardo Monteiro, coordenador técnico da Quality Lavanderia. Há também os produtos químicos antimofo, encontrados em supermercados.

Por períodos que variam de dois a cinco meses, eles absorvem a água suspensa no ar. Se o armário for em módulos, é necessário colocar um recipiente com o produto em cada um deles – excetuados aqueles onde haja roupas de couro, que podem ressecar demais e ganhar rachaduras. Não guarde sabonetes nas gavetas para perfumar o armário. Eles atraem umidade. Se quiser um cheiro bom, que seja o do amaciante das peças limpas e lavadas.
Fonte: Revisa Veja

3.7.10

Bolo pudim de chocolate e maracujá

Quer combinação melhor do que chocolate e fruta azedinha?
Essa receita você vai ter de provar...


Ingredientes

Pudim:
.4 ovos
.1 lata de leite condensado
.1 xícara (chá) de suco de maracujá
.1 colher (sopa) de amido de milho

Bolo:
.4 ovos
.1 xícara (chá) de açúcar
.1/2 xícara (chá) de leite
.1 xícara (chá) de chocolate em pó
.1 1/2 xícara (chá) de farinha de trigo
.1 colher (sopa) de fermento em pó

Modo de preparo

Caramelize uma fôrma de furo central com 30 cm de diâmetro. Reserve.

Pudim:no liquidificador, bata os ovos, o leite condensado, o suco de maracujá e o amido de milho. Despeje na forma reservada.

Bolo:na batedeira, bata as claras em neve, continue batendo e acrescente as gemas uma a uma. Reduza a velocidade da batedeira e junte aos poucos o açúcar, o leite, o chocolate em pó, a farinha de trigo e o fermento. Despeje cuidadosamente sobre o pudim. Asse em banho-maria no forno pré-aquecido a 200ºC durante 50 minutos, ou até que espetando um palito saia seco. Deixe esfriar e desenforme.

Dica: sirva acompanhado de chantili.





Fonte: Site Ana Maria/Foto:Ormuzd Alves

29.6.10

Origem da panqueca

Não sabemos ao certo qual é a origem da panqueca. Mas o importante que é muito boa, e fácil de fazer. Aqui vai uma das histórias e uma receita básica pra quem não sabe.

Pancake, em inglês, é a origem da nossa palavra panqueca. Trata-se de um tipo de bolo (cake) de frigideira (pan), preparado com leite, farinha, ovos e, depois, servido com algum recheio doce ou salgado.As panquecas são de grande aceitação entre nós.

É uma massa semelhante à do crepe, um pouco mais consistente, feita em frigideira e recheada com carnes, queijo, frango ou legumes. São servidas cobertas com molho de tomate, branco ou rosé .Apesar da origem antiga, reivindicada por diferentes países, as panquecas estão sempre em alta graças à capacidade de se renovar, incorporando novos ingredientes.

Exatamente por isso, conseguem o prodígio de surpreender, mesmo depois de tantos séculos em cartaz. Sua origem é controversa, porém, seja qual for a versão que tomemos como verdadeira, não há dúvida: a receita é antiqüíssima.Originalmente, eram assadas em pedra quente, e mais tarde passaram a ser preparadas em chapa redonda de ferro sobre o fogo.

Há indícios de que suas raízes estejam no pão indiano chapati e nas panquecas chinesas. Mas os primeiros registros de panquecas foram feitos no século I, pelo gastrônomo romano Apicius, autor do receituário De re coquinaria. Ali se descobre que já naquele tempo as panquecas eram feitas com a mistura de leite, água, ovos e um pouco de farinha.Entretanto, os italianos defendem que a especialidade nasceu quatro séculos mais tarde - sem ter água entre os ingredientes.

Tal versão, religiosa, figura na Grande Enciclopedia Illustrata della Gastronomia (Selezione dal Reader's Digest, Milão, 2000). No século V, peregrinos franceses compareceram em peso a Roma para a Festa della Canderola. Chegaram cansados e famintos, porém movidos pela fé.

O papa Gelasio, empenhado em recebê-los bem, ordenou que a cozinha do palácio pontifício fosse abastecida com tantos ovos, sacos de farinha e litros de leite quanto fosse possível. As panquecas teriam nascido ali, ao acaso. Segundo essa história, os peregrinos saborearam a novidade e levaram a fórmula para a França.

Mas seja qual for a origem da nossa panqueca, a verdade é que esse delicioso prato pode ser saboreado em nossos restaurantes com vários recheios a sua escolha, elaborados com produtos da melhor qualidade.

Ingredientes

200 ml de leite integral
200 ml de farinha de trigo
1 ovo
1 pitada de sal
1 colher (sopa) de óleo de soja

Modo de Preparo

Bata o leite, a farinha, o ovo e o sal no liquidificador
À parte, despeje o óleo em uma frigideira antiaderente e leve-a ao fogo
Com o auxílio de uma concha, coloque uma porção de massa na frigideira e deixe-a assar até que as bordas fiquem douradas
Vire a panqueca para assar do outro lado e coloque o recheio escolhido ao centro.
enrole-a e sirva a seguir!

Dica : se achar que o recheio possa cair, coloque um pouca da massa nas bordas e aperte de leve e ela ficará fechada
Faça doce, salgada, vegetariana e por aí vai... Se desejar, pode colocar molho em cima queijo ralado e levar ao forno para gratinar.

Fonte: Coleção culinária DIA
Ed

14.6.10

Bolo Sonho de Valsa



Sou super fã da Simone Izumi do site Chocolatria e sempre que posso dou uma passadinha por lá para me inspirar quando quero fazer algo gostoso, pois lá sempre tem coisas maravilhosas.

Um dia precisei de uma receita de um super bolo de aniversário, pois meu irmão completaria anos e o tal bolo seria meu presente.
Nunca havia feito um bolo de aniversário, quando morava com minha mãe, a boleira era sempre a minha irmã, nunca eu, então imaginem minha insegurança!

Então arregacei as mangas e recorri ao site.Encontrei a receita de um Bolo de Sonho de Valsa.Comprei os ingredientes e fiz não só um bolo, mais 2 pois
estava com medo de faltar e eu passar vergonha.;-)

Deu certo, o bolo é maravilhoso, meu irmão e os convidados aprovaram.Segue a receitinha e a foto da minha primeira obra de arte.Simone, obrigada por sempre me inspirar!

Ingredientes:

175 ml de óleo – ou 1 copo americano

175 ml de café forte quente – ou 1 copo americano

4 ovos em temperatura ambiente

14 colheres (sopa) de farinha de trigo

14 colheres (sopa) de açúcar

4 colheres (sopa) de chocolate em pó

2 colheres (sopa) de fermento em pó

Modo de Fazer:

Bata tudo no liquidificador – ou bata a mão, com um fouet. Despeje a massa em uma assadeira untada e polvilhada com farinha de trigo. Asse em forno pré-aquecido (180°C) por cerca de 25 a 30 minutos, ou até espetar um palito e este sair seco.


Cobertura – (se quiser rechear, dobre a receita)

175 ml de leite

100 ml de creme de leite

1 xicara de chocolate em pó

2 latas de leite condensado

Junte todos os ingredientes na panela. Misture bem e leve ao fogo até engrossar levemente. Decore com raspas de chocolate ao leite e chocolate meio amargo.


Montagem:

Congele a placa do bolo já assada por 10 minutos . Corte no meio e em uma das metades, regue com guaraná gelado e,adicione o recheio de brigadeiro e os bombons esfarelados. Cubra com a outra metade do bolo,regue novamente com guaraná, espalhe a cobertura restante na parte de cima e laterais e espalhe as raspas de chocolate meio amargo e ao leite.

Dica: faça as raspas com descascador de batatas.

Fonte: http://www.chocolatria.com/2009/03/bolo-sonho-de-valsa-o-bolo-do-ma.html

25.5.10

Chow Mein de Alcatra



Depois de uma semana pra lá de turbulenta no jornal, venho dar as caras aqui no Blog.

Ultimamente me falta muito tempo para descansar e cozinhar da forma bem tranquila que eu gosto.E isso se tornou quase impossível nos últimos dias.

Por isso estou em busca de pratos bem rápidos , pra que eu consiga tempo pra me "virar nos 30".

Um de meus pratos rápidos mais recentes é este Chow Mein (macarrão chinês), um dos muitos pratos da cozinha chinesa que eu adoro.Calma, o nome é meio difícil, mas o prato é muito prático e o resultado fica pra lá de especial e muito saboroso.

A receita original leva peito de frango, mas como aqui em casa adoramos carne, fiz uma pequena adaptação substituindo pela alcatra na receita e ficou uma delícia.

Se você tiver uma panela tipo Wok , será ainda melhor para preparar o prato, pois ela possui laterais altas e é bem versátil e você pode usá-la para dourar os alimentos, saltear, fritar e cozinhar.
Bom, chega de papo e vamos à nossa receitinha:

Ingredientes
  • 250 grs de massa chinesa de grossura média com ovo
  • 2 c. de sopa de óleo de girassol
  • 280 gramas de peito de galinha desfiados (Usei Alcatra em tirinhas)
  • 1 dente de alho finamente picado
  • 1 pimentão vermelho, sem sementes em tirinhas
  • 100grs de cogumelo shiitake fatiados
  • 6 cebolinhas verdes , fatiadas
  • 100 grs de rebentos de soja - esse eu não tinha..;-(
  • 3 c. de sopa de molho de soja
  • 1 colher de sopa de óleo de sésamo
  • 2 cenoura cortadas em rodelas ou em palitos
  • Um punhado de brócolis-opcional
  • 1 maço de couve chinesa-opcional (foto ao lado)
Preparo

Leva ao fogo uma panela grande com água para ferver e um fiozinho de óleo.

Enquanto isso, leve a sua panela Wok para aquecer em fogo médio e adicione o óleo de girassol, agitando-a para espalhar bem o óleo sobre toda a superfície.

Quando o óleo aquecer , adicione a carne fatiada, o alho, o pimentão, os cogumelos, as cebolinhas verdes e os rebentos de soja e salteie durante uns 5 -7 minutos.

Enquanto isso coloque a massa na àgua fervente durante 5-6 minutos e nos minutos final acrescente a couve chinesa para dar uma rápida cozida , sem perder sua crocância (é bem rapidinho mesmo).

Escorra muito bem a massa e coloque-a na Wok, agitando-a e salteando-a durante cerca de 5 minutos.Borrife com molho de soja e o óleo de sésamo e agite sua Wok até todos os ingredientes ficarem bem combinados.

Sirva em seguida e bom apetite!

Má.

18.5.10

A moda do suco de clorofila


Os sucos de clorofila estão na moda e muitas pessoas têm curiosidade de saber do que se trata.
O que colocam nesse suco para ele ficar tão verde?

O site Planeta Sustentável indica:

Uma fruta adocicada, um ou dois legumes e um punhado de folhas comestíveis (couve, espinafre, hortelã, almeirão, rúcula, agrião). São elas que tingem a bebida de verde intenso, despertando a sensação de alimento fresco, feito com ingredientes recém-colhidos da horta. Ótima alternativa para quem não é fã de verdura e pula a salada ou não consegue uma brecha na correria do dia a dia para comer com calma.

Tudo isso é uma saída, mas o que exatamente esses sucos fazem pelo nosso corpo?

Os principais ingredientes do suco, as folhas verde-escuras (couve, rúcula, espinafre) são ricas em substâncias antioxidantes, famosas por combaterem os radicais livres, que, em excesso, aceleram o envelhecimento da pele e do organismo como um todo. “Outro componente valioso dos vegetais é o ácido fólico, vitamina do complexo B necessária para a manutenção do sistema nervoso e dos glóbulos vermelhos”, explica Roseli Rossi, nutricionista da Clínica Equilíbrio Nutricional, em São Paulo.
Dependendo da receita, também oferece cálcio (importante para os ossos), magnésio (indispensável para as reações orgânicas) e ferro (diminui o risco de anemia).

Veja uma opção de suco verdinho para você:

Suco de maçã e agrião

Ingredientes:

- 3 maçãs com casca e sem sementes
- 1 pires(chá) de agrião
- 1 colher(sopa) de suco de limão
- 3 pedaços pequenos de gengibre
- 2 cubos de gelo (opcional)

Modo de preparo:

Passe as maçãs na centrifuga. Transfira o suco para o liquidificador e bata com os outros ingredientes.Coe e sirva em seguida.
Rende: 1 copo médio (300 ml)