31.3.11

Lasanha Light de Proteína de Soja



A proteína texturizada de soja, conhecida popularmente como "carne de soja" é obtida a partir do processo de extração do seu óleo.

É constituída em aproximadamente 52% de proteína de alto valor biológico. Contém vitaminas e minerais como o cálcio e o ferro, e ácidos graxos poliinsaturados, que não elevam o colesterol.


Utilização: em molhos, refogados, almôndegas, hambúrgueres, massas de bolos e pães, como cereal matinal, etc.


Fonte e foto: Site Mãe Terra

Lá vai uma receita da minha sogra: prática, saborosa e super saudável. Fiz lá em casa hoje e foi aprovada!


Ingredientes

2 xícs de chá de proteína de soja texturizada (Usei da marca Mãe Terra)

3-4 berinjelas pequenas em fatias finas no sentido do comprimento

1 caixa de 500 grs de molho de tomate

2 colheres de sopa de azeite

2 dentes de alho

azeitona picadinha à gosto (opcional)

cebolinha e cheiro verde picados à gosto

200grs de mussarela ou queijo branco ou molho branco( ver receita do molho branco da moussaka)

Sal à gosto


Modo de fazer


-Corte as berinjelas em fatias no sentido do comprimento e reserve.Coloque-as num recipiente com àgua para que não escureçam , enquanto prepara o molho da lasanha.

- Pegue um recipiente e coloque as 2 xícs da proteína de soja para hidratar em 3 xícs de àgua morna durante 5 minutos.Passado esse tempo, esprema-a numa peneira apertando com uma colher ou com as mãos para retirar o excesso de àgua.

- Numa panela anti-aderente coloque o azeite, o alho picadinho, uma pitada de sal e refogue a proteína de soja.Acrescente a azeitona picadinha, a cebolinha, o cheiro verde e o molho de tomate.( Se o molho ficar muito grosso, acrescente meia xícara de água ou mais se desejar.

(Note que a berinjela ao cozinhar, soltará um pouquinho de àgua também).

- Escorra a berinjela que estava na àgua para começar a montagem.


DICA: Eu costumo grelhar as fatias de berinjela numa panela teflon,antes de montar a lasanha. E nessa receita ( original), cobre-se a lasanha com mussarela.Eu prefiro ( como na foto do Blog), fazer um molho branco ( ver receita da moussaka) e cobrir com ele.Fica mais gostoso ainda...


Montagem

- Pegue um refratário de vidro retangular ou uma forma de inox e comece a montagem dispondo um pouco do molho no fundo e espalhe bem.

- Coloque fatias de berinjela, cubra com mais molho e coloque um pouco das fatias de mussarela e repita essa sequência mais uma vez. Você pode terminar com uma cobertura de mussarela ou de molho, a seu gosto. Asse em forno médio de 45 minutos à 1 hora, ou até que as berinjelas estejam cozidas e macias.

21.3.11

Alho Negro

O bulbo comum, fermentado e envelhecido, perde o sabor ardido, recebe cor e começa a chegar às mesas de restaurantes brasileiros

Doce, frutado e macio. Quem diria que essas seriam qualidades atribuídas a um alho? Um processo originário do Oriente para fermentação e envelhecimento do bulbo comum (Allium sativum) traz nova cor à mesa. Com casca dourada e dentes escuros, pode levar a pensar que foi queimado ou está apodrecido. Mas, tal como vinho, o alho negro fica ainda melhor com o passar do tempo quando se tomam alguns cuidados. A história faz segredo sobre a procedência da técnica de preparo do alho negro, assim como fazem aqueles que dominam o processo. O que se sabe, no entanto, é que coreanos e japoneses disputam o posto de criadores da iguaria. Na Coreia, foi introduzido como suplemento na dieta por conter alto teor de antioxidantes, substâncias benéficas à saúde. Na internet, há referências sobre um pesquisador japonês que teria “inventado” o tal alho em 2005. E foi justamente no Japão que o famoso chef espanhol Ferran Adrià o teria provado pela primeira vez, em 2007. De concreto mesmo, somente há a certeza de que o ingrediente é novo tanto para os orientais quanto para os ocidentais e que só agora, atraindo os olhares do mundo, escreve seu primeiro capítulo.


No Brasil, uma única produtora domina a técnica que transforma o alho comum em alho negro. Marisa Ono, cozinheira de mão cheia, vive em um sítio em Ibiúna, SP, e compartilha suas experiências culinárias no site Delícia. Uma conversa numa comunidade na internet, dois anos atrás, teria despertado o apetite da produtora por informações sobre a novidade. No fórum online, ela soube da existência da guloseima por meio do chef de cozinha Carlos Bertolazzi, do paulistano Zena Caffè. No ano anterior, ele havia estagiado no restaurante de Ferran Adrià, na Espanha, onde foi apresentado a caixas e mais caixas do produto, grafadas com letras japonesas. Não compreendia o que estava escrito, mas o sabor e o aroma despertaram sua atenção. “Fiquei maravilhado, e, de volta ao Brasil, perguntei à Marisa se ela sabia do que se tratava”, diz.

Processo de produção

Marisa, mais familiarizada com os ideogramas, iniciou sem alarde suas pesquisas. Grande parte da bibliografia para entender o processo de produção do alho negro encontra-se em japonês. “No final de 2008, chegou um Sedex para mim, com uma carta escrita a mão. Eram alhos negros obtidos por Marisa, e eu fiquei surpreso, porque mesmo sem conhecê-lo antes, sem saber a textura e o sabor, ela tinha chegado a 99% das características do produto. Ela fez o primeiro alho negro sem nunca ter visto um”, conta Bertolazzi. Segundo ele, para fabricar um alho negro é necessário selecionar as melhores cabeças do alho comum – geralmente as com dentes maiores –, além de ter conhecimento sobre processos de fermentação. Escolhidas as cabeças, elas são mantidas numa estufa por entre três semanas e um mês. Nesse período, são controladas a temperatura e a umidade para que possibilitem atingir a coloração e o ponto ideal de maturação. “Não se aplica nada: é alho puro”, explica o chef. Depois de pronto, se bem conservado em embalagem fechada na geladeira, o alho negro tem validade de três meses.

Uma das qualidades do alho negro é sua versatilidade na culinária, indo bem até em sobremesas. O chef do Zena Caffè diz que já viu chocolate e sorvete com alho negro. “Ele lembra vinagre balsâmico, tamarindo e melaço, combina bastante com massas, frutos do mar e defumados. Quem não gosta do alho cru, quando experimenta o negro, vê que é uma coisa completamente diferente”. O alho negro é pouco conhecido no país, mas aos poucos vem sendo introduzido na gastronomia brasileira. O consumo ainda é restrito a restaurantes e aos poucos entusiastas que procuram por novidades. Em São Paulo, a iguaria pode ser encontrada também em pasta, em empórios no bairro do Bom Retiro. Mas, in natura, só mesmo com Marisa, que comercializa o quilo a R$ 100 e envia por correspondência, adicionando os custos de frete.

Enquanto aguarda a encomenda, aproveite para aprender uma receita simples e saborosa com alho negro, criada pelo chef Carlos Bertolazzi.

Spaghetti al Triplo Aglio

(4 porções)

Ingredientes


- 320 gramas de espaguete
- 4 dentes de alho comum
- 2 cabeças de alho negro
- 1 talo de alho-poró
- Salsinha picada a gosto
- Sal e pimenta-do-reino moída a gosto
- Azeite a gosto


Modo de preparo: Em uma frigideira, refogue com um pouco de azeite o alho-poró cortado em tirinhas bem finas e reserve. Aqueça mais azeite e doure o alho comum cortado em fatias finas até ficarem crocantes. Retire do fogo e adicione os dentes de alho negro e o alho-poró. Cozinhe a massa em bastante água salgada, até ficar al dente. Escorra o espaguete e misture aos alhos, adicionando um pouco da salsinha picada e ajustando o sal e a pimenta. Finalize com o alho frito e sirva imediatamente.


Fonte: Revista Globo Rural/ Fotos: Roberto Seba

20.3.11

Brasil a Gosto - Super dica!


Hoje tive um dia bem gostoso e diferente: passeio com a sogra e nossa querida amiga Marta.Fui convidada a conhecer um Restaurante chamado Brasil a Gosto da simpática e competente chef Ana Luiza Trajano.
Ao chegarmos ao Restaurante que fica localizado no Jardim Paulistano, já tive uma ótima impressão: lugar escondidinho, num lugar calmo e com ótima recepção.
Fomos muito bem orientadas ao folhearmos um lindo cardápio que continha todo um fundo cultural e registro das receitas vivenciadas pela chef em suas viagens gastronômicas regionais.Ambiente aconchegante, petiscos deliciosos e bebidas no ponto.


Curiosidades do lugar: Durante a semana os pratos são divididos em " bóias quentes" inspirados acho eu nos bóias frias do nosso país.

Hoje o tema servido na "bóia" foi uma moqueca capixaba, pedido pela Silvia, porção muito bem servida, que veio numa simpática marmitinha de cerâmica com tampa envolta num paninho colorido.Que capricho!

Optei por uma fraldinha com baião-de-dois (foto) e a Marta optou por uma carne de porco ao molho de jabuticaba com purê de inhame e banana-da-terra grelhada.Tudo muito bem apresentado e com muito sabor.E as sobremesas também não ficam de fora pois estavam deliciosas e com apresentação impecável.

Fica a minha dica de um restaurante autêntico e tradicionalmente brasileiro.Uma verdadeira viagem pelos sabores do nosso Brasil.



Frango com Shimeji e Nirá


Ultimamente estou obcecada pelo shimeji.Quando vou ao mercado não resisto e sempre compro uma bandejinha do tal cogumelo.

Semana passada fiz um prato ultra rápido: cubinhos de peito de frango Korin (orgânico) refogado com shimeji e Nirá, que é um tipo de cebolinha japonesa.Ficou uma delícia! A receita não tem muito segredo:


Ingredientes


500grs de peito de frango Korin em cubinhos
1/2 cebola picadinha
1/2 maço de Nirá picado ( comprei no bairro da Liberdade0
5 colheres de sopa de molho de soja ( shoyu) ou se preferir à gosto
1 bandeja de shimeji claro ou escuro
2 colheres de sopa de manteiga

Preparo


Refogue a cebola na manteiga até amolecer, junte o frango em cubinhos e deixe dourar um pouco.Acrescente 5 colheres do molho de soja (shoyu) e mexa bem.Acrescente o shimeji mexa mais um pouco até que ele fique macio.No final acrescente o Nirá.

E é só servir quentinho acompanhado de uma arroz branco e uma saladinha.Fácil não?

2.3.11

Bifum com carne e shimeji


Sempre tenho pressa na cozinha (e quem não tem?), por pura falta de tempo, então gosto destes tipos de pratos que além de super saudáveis não tomam tanto tempo no preparo.
Hoje acordei bem cedo do que de costume por conta de alguns compromissos e já no embalo, corri ao supermercado e comprei algumas verduras e legumes frescos para preparar este prato.

Tinha em casa um macarrãozinho fininho de arroz chamado Bifum que comprei há um tempinho lá na Liberdade.Em 30 minutos tava tudo prontinho e muito gostoso.Espero que gostem da receita.

Ingredientes
- 1/2 pacote de macarrão de arroz tipo Bifum (ele rende muito)
- 3 -4 bifes de coxão mole (ou outra carne de sua preferência) cortados em tirinhas
- 1/2 cebola
- 3 colheres de sopa de óleo de canol, milho ou o que vc gostar
- 1/2 pacote de shimeji claro
- 1 maço de couve chinesa (da próxima vou experimentar com acelga, achei que este tipo de couve tem um leve sabor amargo, eu gosto, mas se você não é fã deste tipo de sabor, use a acelga (1/2 maço em tirinhas);
-1 cenoura média ralada ou cortada em tirinhas bem finas
- 1 punhado de broto de feijão (moyashi)
- Shoyu à gosto
- Sal (se achar necessário) à gosto)
Preparo
- Numa panela tipo Wok refogue a cebola picada com o óleo.
- Acrescente as carnes em tirinhas, regue com um pouco de shoyu de deixe refogar por uns 10 minutos.
- Acrescente o shimeji, a cenoura ralada e a couve chinesa (ou acelga) e refogue mais um pouco até as folhas murcharem e tudo ficar bem encorpado.
- Numa panela à parte coloque àgua para ferver e prepare o Bifum conforme instruções da embalagem (é super fácil, não tem segredos!)
- Agregue o bifum ao refogado, mexa bem , se necessário acrescente mais shoyu e sal se quiser.
- Salpique gergelim e sirva quentinho.