29.7.10

Polenta com Cogumelos ao Limone


Se você ,como eu, também gosta de uma boa polenta nestes dias mais frios, segue uma combinação ótima e diferente pra mudar a cara daquela tradicional polenta com carne moída, que normalmente fazemos em casa.

Ingredientes:

-500ml de caldo de legumes
-25g de manteiga
-1 colher de sobremesa de açafrão em pó (ou pistillo)
-125g de polenta amarela de grano duro (importada)
-2 colheres (sopa) queijo parmesão ralado
-Mix de cogumelos: 3 xícaras de cogumelo shitake em tiras 2 xícaras de cogumelo shimeji despedaçado
30ml de azeite -Sal e pimenta do reino a gosto
-Raspas de 1 limão tahiti
-Raspas de 1 limão siciliano

Modo de Preparo:

1. Em uma panela a água e junte a manteiga e o açafrão.
2. Baixe o fogo e, com cuidado, despeje a polenta lentamente (como uma chuva).
3. Cozinhe a polenta, mexendo constantemente por cerca de 10 minutos, até que fique consistente.

Mix de cogumelos:

1. Aqueça uma frigideira, junte o azeite e refogue os cogumelos até ficarem macios. Desligue o fogo.
2. Tempere com sal e pimenta.
3. Misture as raspas de limão.

Montagem:

1. Coloque a polenta em recipientes individuais ou em uma travessa grande.
2. Por cima coloque o os cogumelos.
3. Se desejar rale parmesão na hora de servir.
Rendimento: 2 porções


Fonte: Uol/ Receita de Patricia Abbondanza, chef de cozinha e sócia da Dedo de Moça, butique de treinamento personalizado em gastronomia. /Foto: Carol Milano

Bem cuidados, calçados podem ter a vida útil estendida


Eles são levados de um lugar para o outro, usados à exaustão e, na maioria das vezes, pouca atenção recebem dos seus donos. Os calçados são, geralmente, peças caras e feitas para durar anos, mas nem sempre é isso o que acontece.

A falta de cuidado ou o uso de produtos inadequados para a limpeza podem encurtar a vida dos sapatos. "Já vi casos de pessoas que passaram álcool para amaciar o couro, colocaram no micro-ondas para secar ou deixaram os calçados espalhados e o cachorro acabou roendo", conta o sapateiro Marcos Badillo, da Sapataria Irmãos Badillo.

A gerente de operações da Sapataria do Futuro, Nadir Felício, conta que um dos principais erros que as pessoas cometem em relação a seus calçados é a limpeza inapropriada. "Na maioria das vezes, as pessoas não limpam seus calçados depois do uso. O ideal é guardá-los limpos, inclusive a sola, e deixá-los para ventilar antes de guardar. Além disso, o uso de produtos que não são específicos para esse fim danifica o material, o que pode ser irreversível."

Além da limpeza e cuidado, a organização dos pares é fundamental. "O ideal é organizar por modelo: sapatilhas, botas, chinelos, sandálias. Você pode colocá-los em saquinhos de TNT ou tela para respirarem ou deixá-los enfileirados no armário. No caso das botas, se possível, não deixe o cano dobrado. Coloque um papel dentro para que ele fique reto. Sapatos mais caros e delicados, com pedrarias, por exemplo, devem ser guardados nas suas caixas, para protegê-los melhor", ensina a estilista Paula Martins.

Vistoria periódica

A estilista recomenda que, a cada dois meses, seja feita uma vistoria nos calçados. "É bom verificar o bico, a capa do saltinho, a sola, a limpeza e não esperar o sapato danificar muito para levá-lo ao conserto. A esta altura, pode ser que não tenha mais solução", explica Paula.

A estilista ressalta que o cuidado tem de ser redobrado no caso dos sapatos com solas claras, já que o couro absorve a sujeira. "O calçado vai empretecendo e fica difícil remover o encardido. Verifique sempre se o pé está limpo antes de usá-lo."

Sapateiros dão dicas de reforma e limpeza dos calçados

Se o calçado precisa de uma reforma ou se você simplesmente enjoou do modelo, mas não quer jogá-lo fora, os sapateiros podem dar uma mãozinha e deixá-lo como novo. Marcos Badillo e Nadir Felício contam quais são as principais alterações possíveis, e também ensinam como fazer corretamente a limpeza de cada tipo de calçado.

Reforma

- Cor: Quase todos os materiais podem ter sua cor modificada ou retocada
- Salto: O tamanho dos saltos pode sofrer suaves modificações tanto para mais quanto para menos. O formato do salto também pode ser alterado para mais fino ou mais grosso
- Botas: Para aquelas pessoas que têm a panturrilha muito grossa ou muito fina, é possível acrescentar ou diminuir tecido no zíper das botas
- Bico: Dá para deixar o bico mais arredondado e colocar uma proteção para o desgaste ser menor
- Sola: É possível acrescentar um antiderrapante ou colocar uma nova sola no caso de a primeira estar danificada ou muito gasta
- Tamanho: O número do seu calçado pode ser maior ou menor. Palmilhas e suportes para o calcanhar diminuem a numeração, enquanto ferramentas específicas para alargar o sapato aumentam.

Limpeza adequada

- Couro: Utilize uma flanela limpa e seca, já que o couro absorve pouca sujeira, e depois aplique a graxa
- Plástico: Use um pano umedecido com água e sabão e passe a esponja para tirar sujeiras mais difíceis, ou lave-os com água e sabão neutro. Deixe secar à sombra
- Tecido: A limpeza deve ser a seco, já que a água pode manchar as cores ou soltar a cola da sola. Faça uma espuma com água e sabão neutro e utilize uma escova de cerdas macias para limpá-lo. Retire com um pano seco. Não molhe.
- Sintético: Utilize um pano seco e produtos neutros próprios para esse tipo de material
- Verniz: Nunca utilize sabão, apenas produtos específicos para verniz
- Nobuck e camurça: Nunca utilize produtos abrasivos. Limpe com espuma de água com sabão neutro ou produtos apropriados para esse tipo de material. Passe uma escova firme e um pano seco em seguida.
Deixe secar à sombra. Se possível, utilize um revivedor para retomar a cor e impermeabilizante para proteger dos líquidos.

Atenção!

O couro é como uma pele. Se tiver rachaduras, dificilmente será possível restaurá-lo. O nobuck, tipo camurça, mas sem pelo, pode ser impermeabilizado. Depois de muito surrado, pode ser pintado de uma cor mais escura e ganhar aspecto de couro liso. (C.M./AE)


Fonte:Yahoo/Por Caline Migliato/AE

22.7.10

Kaisou (algas marinhas)

Suas primeiras aparições: Era Jomom, para obter sal; Era Nara, em poemas; e na legislação mais antiga do Japão, no ano 701, como “moeda”

Apesar de existirem milhares de espécies de algas no mundo, os únicos países que as utilizam efetivamente em sua alimentação diária são o Japão e a Coréia do Sul. Segundo dados da última pesquisa nacional de saúde e nutrição, realizada em 2003, pelo Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar do Japão, os japoneses consomem uma média de 13,2 g de algas por dia, o que totaliza quase 5 kg por ano! Presentes em saladas, sopas, cozidos, refogados e até mesmo em doces, as algas fazem parte da vida nipônica desde os primórdios de sua história, como veremos a seguir.

História

No sítio arqueológico de Kamegaoka, na província de Aomori, foram encontrados, junto a utensílios de barro da Era Jomon (300~10 mil a.C.), resquícios de algas, como a wakame. Não se sabe de que maneira os homens da época consumiam as algas, mas supõe-se que, como não existia ainda uma técnica para obtenção de sal, as algas serviam para suprir essa necessidade.

Na antologia de poemas mais antiga do Japão, Man’yôshu, compilada na Era Nara (séc. 8), as algas são citadas em mais de cem poemas, designadas como tamamo. Isso indica que elas já eram amplamente utilizadas, fazendo parte do cotidiano das pessoas. Além desse registro literário, na legislação mais antiga do Japão, Taihô Ritsuryô (701), oito espécies de algas foram registradas como “moeda”, ou seja, como pagamento de impostos dos trabalhadores do mar, dentre elas, a wakame, amanori (nori) e tengusa (ágar-ágar).

Pela quantidade anual exigida, no caso da wakame, 78 kg, percebe-se como esses “impostos” eram pesados! Essas algas, pagas como impostos, circulavam pela corte e pelos templos xintoístas e budistas, e o excesso era vendido para a capital, onde era comercializado. No ano 710, abriu-se a primeira loja de algas na capital, Heijôkyô, em Nara, e uma outra especializada em tokoroten (alimento gelatinoso à base de ágar-ágar).

Porém, pelo seu alto custo, as algas não eram acessíveis à população, restringindo-se somente à nobreza por um longo período. Durante a Era Heian (séculos 8~12), as algas eram consumidas pelos nobres na forma de tsukudani (cozidas em shoyu), em sopas (missoshiru), ou apenas hidratadas, como acompanhamento para o arroz, constituindo uma fonte essencial de nutrientes, uma vez que a produção de verduras e legumes ainda era muito escassa.

Na Era Edo (séculos 17~19), Tokugawa Ieyasu ordenou a pescadores de uma pequena cidade de Shinagawa, que lhe trouxessem peixe fresco todos os dias. Os pescadores construíram um viveiro à beira-mar e perceberam que as algas proliferavam nesse lugar. Nascia a cultura de algas no Japão, cujo alimento era acessível a todos.

Propriedades benéficas

As algas são excelentes fontes de fibras, ajudando a prevenir o câncer do intestino, a arteriosclerose, a diabete, a pressão alta e até o envelhecimento precoce. Além disso, as algas secas naturalmente chegam a fornecer de 7 a 14 vezes mais cálcio do que o leite e, no geral, contêm outros nutrientes muito importantes para a manutenção da saúde, como ferro, fósforo, magnésio, iodo, proteínas e vitaminas A, B1, B2 e C. Contando ainda com a vantagem de baixas calorias, os “vegetais marinhos” são ingredientes muito versáteis, podendo ser consumidos de inúmeras formas, conforme é possível ver na culinária japonesa.

As algas mais comuns empregadas na cozinha japonesa são:

Nori – Mundialmente conhecida, esta alga se apresenta geralmente sob a forma de folhas finas pretas, normalmente utilizadas para fazer o makizushi. Seu cultivo iniciou-se na Era Edo, nos arredores de Asakusa (Tóquio), difundindo-se pelo país com o nome de asakusanori.


Wakame – Significa literalmente broto jovem. Ela é verdinha e tenra e está presente em quase todas as refeições no Japão, em saladas (sunomono), missoshiru ou como furikake (acompanhamento de arroz). Para consumi-la, basta hidratá-la, empregando-a diretamente na receita.
Konbu – Mais larga e espessa do que as demais algas, a konbu é apropriada para cozidos, como o nishime (legumes cozidos com shoyu), e para dar sabor a caldos básicos (dashi). Historicamente, essa alga sempre foi associada à boa sorte, por isso é utilizada em datas comemorativas, como o ano-novo, e seu nome faz trocadilho com a palavra yorokobu (alegrar-se).

Hijiki – Escura e de sabor neutro, é riquíssima em cálcio (100 g de hijiki fornecem 1.400 mg de cálcio) e outros minerais. Pode ser consumida refogada com legumes, cozida com arroz ou em saladas.

Kanten ou ágar-ágar – Obtida através do congelamento e secagem de extratos de algas, tem propriedades gelatinosas naturais e é muito usada no preparo de gelatinas ou outras iguarias japonesas, como o yôkan (doce de feijão com ágar-ágar) e o tokoroten.


Sou super fã de tudo o que envolve a cultura japonesa e se você também gosta de algas mas não sabe uma receitinha pra usá-las, clique aqui e conheça uma receita deliciosa de Arroz Japonês onde utilizo o Hijiki, que postei há um tempinho aqui no Blog.

Fonte e Fotos: www.nippobrasil.com.br

21.7.10

Carne-Seca, Carne-de-Sol e Charque


Você sabe a diferença?Não? Eu também não sabia.Leia a matéria abaixo e veja se você está comendo carne-seca, carne de sol ou charque...

Um abraço.
Má.

Hoje em dia no Brasil, carnes salgadas típicas podem ser resumidas em carne-de-sol, carne seca , charque e frescal. A diferença reside basicamente na técnica de preparo. Todas são feitas, preferencialmente, com carne bovina, sendo que a carne de sol depois de cortada é ligeiramente salgada e deixada em locais cobertos e bem ventilados, passando por um leve processo de desidratação. Como exige um clima muito seco, o preparo da carne de sol legítima só é possível nas regiões semi-áridas do Nordeste.
A secagem é rápida, formando uma espécie de casca protetora que conserva a parte de dentro da carne úmida e macia. O preparo da carne-seca segue o mesmo processo básico, mas leva mais sal e fica mais tempo "exposta ao sol". Já o charque passa por um processo mais elaborado, normalmente em industrias, é prensado e acondicionado em embalagens plásticas à vácuo.

A carne-de-sol é um produto tradicional de produção artesanal e mais comercializado nas duas maiores regiões territoriais do Brasil (norte e nordeste). Mesmo com o avanço da refrigeração, associado com as indústrias de larga escala que operam com instalações higiênicas e modernos equipamentos produzindo carnes salgadas, como o charque e o jerked beef, a carne-de-sol não está fadada a desaparecer, pois garantiu ao longo de décadas consumidores fiéis às suas características peculiares.
Para fabricar a carne-de-sol, submete-se a carne bovina a um leve processo de desidratação e salga, obtendo-se um produto com características muito semelhantes à carne fresca (textura e cor) que se conserva de 72 a 96 horas em temperatura ambiente.

A carne-de-sol (que não é carne-seca) é produzida, praticamente, em todo o Brasil e especialmente na região nordeste do Brasil, onde se utiliza tanto carne bovina quanto caprina. Apesar do nome 'carne-de-sol', ela é raramente exposta ao sol no processo de desidratação; ao contrário ela é deixada em locais cobertos e bem ventilados, permitindo uma secagem gradual e controlada. Portanto o antigo nome 'carne-do-vento' expressaria melhor o processo pelo qual a carne-de-sol é preparada. A carne de sol é feita a partir de cortes de toda a carcaça bovina, tendo umidade de 64-70% e teor de sal de 5-6%. Para churrascarias, as peças do animal que são mais utilizadas são o Contra-Filé e a Picanha. Diferente da carne-seca, que é muito avermelhada e suas fibras ficam escamoteáveis, a carne de sol nada mais é do que uma carne que fica mais salgada do que as outras, porém, seu interior mantém a textura e a cor original. Quando assada na brasa, fica deliciosamente macia, saborosa e completamente assada, tanto por dentro, quanto por fora.
De produto consumido regionalmente e usado em poucas receitas a carne-de-sol hoje alcançou grande visibilidade sendo consumido praticamente em todo o território nacional em inúmeras receitas, podendo ser encontrada inclusive nos grande centros, como São Paulo e Rio de Janeiro, nas residências e restaurantes inclusive fora do restrito círculo de comidas típicas.


Em Minas Gerais, o município de Mirabela é reputado produtor de excelente carne-de-sol.
No nordeste, a churrascaria pioneira em servir carne de sol chama-se "Recanto do Picuí", que está localizada na cidade de Recife no estado de Pernambuco e Maceió no estado de Alagoas. Na região Sudeste, a churrascaria que produz a carne no mesmo padrão, tanto familiar, quanto na receita, está localizada em São Paulo e chama-se "Amigos do Picuí". Depois, muitas outras se abriram, a qualidade se mantém em todos os restaurantes, pois muitas das outras churrascarias foram abertas por pessoas da mesma família ou por moradores da cidade de Picuí no estado da Paraíba, cidade-sede da carne de sol.


Já a carne seca leva mais sal e é empilhada em locais secos para sua desidratação. Após a secagem da carne ela é estendida em varal ao sol para completar sua desidratação. A carne seca é bem mais salgada se comparada com a carne-de-sol.
Outro processo de desidratação bem conhecido é o charque, típico da região sul do Brasil. O processo é bem parecido com o da carne seca. O diferencial é que leva mais sal.
Fonte: Wikipédia

16.7.10

Anomalia de ser bípede

Essa matéria chegou na hora certa. Amanheci, na segunda-feira passada, com uma baita dor na lombar.
Li essa matéria que tem super dicas pra quem como eu, sofre constantemente com essas dores.


Cá entre nós: somos uma espécie estranha. Entre outras características bizarras, que bicho que você conhece que ande o tempo todo utilizando apenas as patas de trás? Ser bípede é quase uma anomalia da natureza.

O preço desta distinção foi o aumento da carga sobre os ossos e articulações vertebrais: o que era para ser uma haste apoiada em quatro pernas, virou uma coluna precariamente equilibrada. Atualmente, a dor nas costas (ou lombalgia) é o segundo distúrbio neurológico mais comum do mundo. Se você é mais uma vítima da lombalgia, guarde estas dicas para consulta ou uso imediato:

PROCURE SEU MÉDICO DE CONFIANÇA

Este é o primeiro passo. Quer dizer, o primeiro passo é conseguir levantar da cama. Ir até o médico, na verdade, é o segundo passo. Apenas um médico está capacitado para determinar a causa da lombalgia e indicar o tratamento mais adequado.

REPOUSE

O melhor que você pode fazer pelas suas costas machucadas é retirar a carga de peso que elas carregam dia após dia. Mas não é preciso pedir o divórcio ou deixar as crianças na casa da sua sogra pelo resto da vida – apesar disso poder parecer tentador em alguns casos.

Uma solução mais simples é deitar-se com a barriga para cima e colocar um ou dois travesseiros atrás dos joelhos, mantendo as pernas levemente flexionadas. Isto alivia a tensão na região lombar. O mesmo efeito pode ser obtido deitando-se de lado, com um travesseiro entre os joelhos.

Para preservar a flexibilidade das suas costas, levante-se de hora em hora e dê alguns passos pela casa, mas cuidado para não assustar as visitas com aquela postura de Corcunda de Notre Dame.

Ah, sim: e não adianta ter pressa. Mesmo com o tratamento correto e todo repouso do mundo, você levará no mínimo uns 2 dias para ficar em condição de jogo. Algumas pessoas podem levar até 3 semanas para melhorar completamente.

ÁGUA FRIA E ÁGUA MORNA
Não tenho notícia de estudos científicos avaliando o papel das compressas no tratamento das crises de lombalgia. Mas quem quer que já tenha passado por este suplício é capaz de afirmar que estas compressas funcionam, sim, e são um santo remédio na hora em que o “bicho pega”.

Assim que você sentir a dor, aplique uma compressa gelada sobre o local. Mantenha a compressa por 20 minutos, repetindo o procedimento várias vezes ao dia. Após dois dias, você deve passar para compressas aquecidas, que aliviam a contratura muscular e favorecem o fluxo sangüíneo no local.

Banhos mornos também funcionam. Só não recomendo que você durma sobre sua compressa morna, devido ao risco de queimadura.

EVITE, EVITE, EVITE

O cartão de crédito da teimosia se chama sofrimento. Quanto mais teimosos, mais sofremos. Por isso, levante suas pálpebras e enxergue o óbvio: você tem que se cuidar melhor. Corrija sua postura a cada 30 segundos.

Se você fuma, largue o cigarro: o fumo reduz o fluxo sangüíneo para a coluna lombossacra, aumentando o risco de degeneração das superfícies articulares e desenvolvimento de dor ciática e hérnia de disco.

Espreguice bastante antes de levantar pela manhã. Use sapatos confortáveis durante o dia (com salto de no máximo 1-2 cm) e evite colchões excessivamente macios à noite. Não faça exercícios de fortalecimento sem o acompanhamento de um profissional capacitado. Alongue antes e depois de qualquer atividade física.

E se você não se chama Bruce Banner, não adianta querer virar o Incrível Hulk e empurrar aquela mesa de granito ou levantar 15 caixas de mudança sem ajuda. Existem outros 6 bilhões de seres humanos neste planeta. Deve haver 1 disposto a lhe dar uma mão.



6.7.10

Como tratar problemas digestivos com camomila


A camomila é outro remédio caseiro que é particularmente eficaz no tratamento de problemas digestivos - bem como no outras condições médicas.

O segredo medicinal da camomila está no óleo volátil derivado de flores parecidas com margaridas. Um extrato produzido da erva pode reduzir espasmos musculares e inflamações na membrana mucosa, tornando-a um útil tratamento para indigestão e cólicas menstruais. A camomila também contém substâncias que combate infecções que causam doenças menores.
Vários estudos indicam que a camomila é um bom digestivo.

A erva contém uma grande variedade de elementos ativos. O a-bisabolol, um dos principais constituintes do óleo essencial de camomila, tem propriedades antiinflamatórias e relaxa o suave revestimento do músculo do trato digestivo. Em gastrite experimental induzida e outras inflamações das membranas mucosas, a camomila demonstrou efeitos antiinflamatórios rápidos e prolongados regulares.

Já em 1914, pesquisadores estavam publicando estudos anunciando a habilidade da erva de bloquear ações de convulsivos e outras substâncias que causam espasmos. As propriedades sedativas da camomila foram documentadas em 1950. Mas nós ainda estamos aprendendo como a erva funciona.

Se você planeja tentar a camomila para fins medicinais, considere o conselho do finado farmacognicista (especialista em farmacognosia, estudioso das características e utilizações das drogas) Varro Tyler, que era professor emérito da escola de farmácia da Universidade Purdue, em Indiana, e obtenha o máximo possível do óleo volátil.

Muitas das substâncias contidas no óleo são perdidas no vapor quando o chá é fervido. Mesmo um chá muito forte pode conter apenas uma pequena porcentagem dos óleos voláteis da camomila. Por isso, prepare seu chá em um recipiente tampado. Você também pode tentar comer as flores de camomila depois de tê-las fervido no chá, em vez de simplesmente jogá-las fora.

Outros benefícios da camomila

Durante anos, os pesquisadores atribuíram o efeito antiespasmódico da camomila à presença de flavonóides, como apigenina e luteolina. Mas vários testes recentes demonstraram que outros constituintes também contribuem substancialmente para a ação sedativa total da erva. A importância do camazuleno (componente da camomila alemã que dá ao óleo essencial da erva a cor azulada) e seu precursor, a matricina, foi demonstrada em quase todas as ações da camomila.

Os constitutintes antiinflamatórios da camolina, incluindo o azuleno, o camazuleno, o a-bisabol e a matricina parecem ter modos de ação distintos. Alguns deles são mais poderosos que os outros, mas funcionam por um período de tempo menor; outros são mais suaves, mas funcionam por períodos de tempo mais longos.

O que estamos aprendendo no momento é que aparentemente todos os constituintes da camomila devem trabalhar juntos para que a erva funcione para fins medicinais. Mais, a camomila parece ser um dos melhores exemplos do reino das plantas da medicina holística trabalhando.

A camomila também ajuda a prevenir e curar úlceras. Em um estudo, dois grupos de animais foram alimentados com uma substância conhecida por causar úlceras. Os animais que também receberam camomila desenvolveram menos úlceras que aqueles que não receberam. E os animais que desenvolveram úlceras se recuperavam mais rápido se eles fossem aimentados com camomila.

Em 1979, experimentos verificaram os efeitos curativos protetores da camomila nas membranas mucosas do trato gastrointestinal. No primeiro estudo experimental, a camomila inibiu a formação de úlceras produzidas sob condições severas, incluindo estresse e administração de drogas, como o álcool.

Embora o papel central do ácido clorídrico em úlceras que ocorrem naturalmente seja objeto de disputa, foi mostrado que a camomila é capaz de inibir a formação de úlceras que são induzidas experimentalmente pelo ácido.

Além disso, um estudo alemão descobriu que a camomila, quando combinada com a pectina da maçã, ajuda a pôr um fim na diarréia em crianças. Comparado com o placebo, a combinação camomila-pectina foi significativamente mais eficaz e segura.

Fonte:Publications Ltd.. "HowStuffWorks - Como tratar problemas digestivos com camomila". Publicado em 05 de novembro de 2009 (atualizado em 31 de dezembro de 1970) http://saude.hsw.uol.com.br/tratar-problemas-digestivos-com-camomila1.htm (06 de julho de 2010)

Como tratar problemas digestivos com hortelã


A hortelã é um dos remédios caseiros mais confiáveis para problemas digestivos. Afinal, nossas avós frequentemente lançavam mão das hortelãs para combater indigestão, flatulência e cólica. Em outras palavras, elas vêm usando hortelã para tratar problemas digestivos há muito tempo.

O valor medicinal da hortelã

Os dois tipos de hortelã que você provavelmente vai encontrar é a hortelã comum e a hortelã-pimenta. Embora elas já tenham sido consideradas a mesma planta, a hortelã-pimenta é, na verdade, um híbrido natural da hortelã comum. Ela também é a mais potente das ervas.A hortelã-pimenta deve parte do seu poder curativo a um óleo aromático chamado mentol. O elemento básico ativo da hortelã comum é uma substância similar, mas mais fraca, chamada carvone.O óleo da hortelã-pimenta contém até 78% de mentol. O mentol estimula a bile (um líquido secretado pelo fígado) a fluir dentro do duodeno, onde ela promove a digestão. O mentol também é um potente antiespasmódico; em outras palavras, ele acalma a ação dos músculos, particularmente aqueles do sistema digestivo.

O valor medicinal do mentol foi provado em vários estudos com animais e humanos. Estudos russos e alemães mostram que a hortelã-pimenta não apenas ajuda a estimular a secreção da bile como também pode prevenir úlceras estomacais. O potente óleo também é capaz de matar uma grande variedade de microorganismos que estão associados com problemas digestivos.
Outros estudos também sugerem que o mentol pode ser útil no tratamento da síndrome do intestino irritável, um distúrbio digestivo comum, mas difícil de tratar, em que o intestino se contrai, causando um tipo de dor de barriga com cólicas em adultos.

Hortelã e colonoscopia

A hortelã-pimenta também é usada para parar dolorosas cólicas em pacientes que passam por uma colonoscopia (exame do intestino grosso). O óleo é aspergido diretamente no cólon por meio do tubo do colonoscópio. Essas estratégia tem sido bem-sucedida e é mais segura e mais barata que as drogas geralmente ministradas para controlar as cólicas que os pacientes têm durante o exame.

Fonte:Publications Ltd.. "HowStuffWorks - Como tratar problemas digestivos com hortelã". Publicado em 28 de outubro de 2009 http://saude.hsw.uol.com.br/hortela-para-tratar-problemas-digestivos.htm (06 de julho de 2010)

Como tratar problemas digestivos com gengibre


O gengibre é outro bem documentado remédio caseiro para distúrbios estomacais e é uma boa escolha para tratar problemas digestivos.

Como funciona o gengibre


O gengibre reduz inflamações de modo similar ao de remédios antiinflamatórios não esteróides, como aspirina; ele retarda os percursos bioquímicos associados. O gengibre também é um estimulante leve que promove a circulação.
A raiz do gengibre contém substâncias chamadas gingerol e shogaol. Quando o gengibre é usado para tratar problemas digestivos, esses elementos relaxam o trato intestinal, prevenindo os enjoos e aliviando as náuseas, os vômitos, as cólicas estomacais e a diarréia que, com frequência, acompanham a gastroenterite.

O gengibre e o enjoo

Esta erva foi estudada como um remédio para enjoo. O jornal médico britânico Lancet, por exemplo, relatou em 1982 que o gengibre é um remédio contra enjoo muito eficaz. Vários estudos mostram que duas ou três cápsulas de gengibre tomadas a intervalos de uma a duas horas durante uma viagem são eficazes na prevenção de enjoos.
A náusea que é causada pelo enjoo é uma reação complexa envolvendo várias áreas do cérebro, bem como do trato digestivo. Embora não esteja claro exatamente como o gengobre funciona, ele parece agir diretamente no estômago e no cérebro. Por essa razão, o gengibre pode ser usado para aliviar dezenas de mal-estares, incluindo qualquer forma de náusea, gás, azia, flatulência, diarréia e vertigem.

Gengibre e enjoo matinal

O artigo do jornal Lancet também recomenda cápsulas de gengibre, chá de gengibre ou ginger ale para os enjoos matinais associados à gravidez. E alguns médicos tradicionais estão prescrevendo gengibre para pacientes que ficam nauseados depois de tratamentos quimioterápicos ou de cirurgias.
Uma pesquisa de estudos sobre os benefícios do gengibre no alívio das náuseas da gravidez e das náuseas provocas por cirurgias descobriu que pacientes ficaram aliviados com quase nenhum efeito colateral.
O gengibre demonstrou uma taxa de sucesso de 75% na cura de enjoo matinal e da gastrointerite. Pesquisa com animais sugerem que extrato de gengibre fresco pode inibir as secreções gástricas e talvez tenham um papel importante na prevençãp de úlceras gástricas.
Uma onda de indigestão ou de gastrointerite certamente não é agradável, mas com esses remédios caseiros em seu arsenal, essa experiência desagradável pode ser facilmente tratada e encurtada.

Fonte:Publications Ltd.. "HowStuffWorks - Como tratar problemas digestivos com gengibre". Publicado em 04 de maio de 2009 (atualizado em 31 de dezembro de 1970) http://saude.hsw.uol.com.br/tratar-problemas-digestivos-com-gengibre.htm (06 de julho de 2010)

Roupas de inverno —como conservá-las

Existem algumas regras básicas para que seu guarda-roupa de frio sobreviva, pelo menos, até o próximo inverno. As roupas têm seus inimigos: ácaros, mofo, fungos, bolores e traças. Quem as usa — e as guarda — também comete erros. Um dos enganos mais comuns é armazenar as roupas em sacos plásticos.

Algodão

O uso no dia a dia: o algodão está presente em, pelo menos, 50% das peças que compõem o guarda-roupa do brasileiro. Resistente e confortável, não exige cuidados especiais
Como guardá-lo no armário: mantenha a roupa em local arejado porque, por se tratar de uma fibra natural, está sujeita à ação de micro-organismos

Cuidados para a preservação: roupas de algodão podem ser lavadas com sabão em pó. Prefira amaciantes com ação bactericida. Isso evita que as bactérias fiquem alojadas na poeira retida nas fibras fechadas do algodão. Camisas devem ser passadas levemente úmidas. Os moletons encolhem cerca de 5% na primeira lavagem. Se forem colocados indevidamente na secadora, encolherão ainda mais

Poliéster

O uso no dia a dia: derivado do petróleo, o tecido é feito do mesmo material usado na confecção de garrafas PET. Está em ternos e forros de casacos
Como guardá-lo no armário: mantenha as peças em cabides que não marquem o tecido, dentro de armários arejados

Cuidados para a preservação: peças como ternos e calças que têm poliéster em sua composição exigem cuidado redobrado na hora de passar. Use sempre sapata de teflon para ferro, a fim de evitar que o tecido queime ou fique com brilho

Lã acrílica

O uso no dia a dia: é uma fibra sintética desenvolvida para substituir parcial ou completamente a lã. A probabilidade de que o acrílico pinique a pele é menor, mas ele se deforma com mais facilidade do que a lã natural. Para evitar que se deforme no corpo, evite comprar roupas justas – e não puxe as mangas. Hoje há fios de acrílico mais finos do que a própria lã, mais suaves e com tramas mais cerradas, que aumentam a capacidade do tecido de reter calor

Como guardá-la no armário: os micro-organismos não atacam as fibras, mas podem agir na sujeira que fica entre elas. Guarde a peça limpa

Cuidados para a preservação: a lã acrílica requer os mesmos cuidados que a lã natural. Peças com essa composição também devem ser dobradas e colocadas, de preferência, em sacos de TNT. A única diferença é que elas podem ser lavadas com qualquer tipo de sabão em pó

Lã ou cashmere

O uso no dia a dia: use sempre uma camiseta de manga comprida por baixo – os ácaros se alimentam de resíduos da pele e, apesar de ter vida curta (50 dias, em média), reproduzem-se rapidamente e aos milhões. Cuidado também com respingos de alimentos, que atraem traças.

"Mesmo limpas na aparência, peças de lã carregam suor, vestígios de cosméticos, poluição, poeira. Guardadas sem limpeza, elas sofrem a ação do tempo e se oxidam, ganhando manchas permanentes", diz Ricardo Monteiro, coordenador técnico da Quality Lavanderia

Como guardá-los no armário: nunca pendure no cabide as peças de malha – elas se deformarão na certa. Guarde-as em saquinhos de TNT. Para combater as traças, além de guardar as roupas sempre limpas,é recomendável contratar uma empresa para dedetizar os armários uma vez por ano

Cuidados para a preservação: se a etiqueta permitir a lavagem em casa, faça-a sempre à mão e com detergente neutro. O sabão em pó é alcalino e fará com que a peça encolha e endureça. Na hora da secagem, esprema a peça sem torcê-la e deixe-a pendurada na horizontal, distribuindo o peso no varal, para evitar deformações. Ternos de lã devem ir direto para a lavanderia

Couro

O uso no dia a dia: nunca guarde roupa de couro imediatamente depois de usá-la se estiver úmida. O correto é arejar e secar a peça de um dia para o outro e só então guardá-la. Manchas de gordura e álcool dificilmente são removidas do couro sem deixar rastros. O melhor é a lavagem a seco na lavanderia

Como guardá-lo no armário: proteja as peças com capas de TNT, de preferência escuras, para evitar que o couro se suje ou degrade com a incidência da luz. O casaco de couro deve ser pendurado em cabides plásticos ou de madeira. Eles precisam ser largos, para evitar deformação nos ombros

Cuidados para a preservação: uma vez por mês, tire as peças do armário e deixe-as arejar em algum lugar fresco e com sombra – o sol pode queimar e desbotar o couro. É indicado levar esse tipo de roupa a uma lavanderia a cada seis meses para que passe por um processo de higienização e hidratação

Couro sintético

Uso no dia a dia: por ser feito de poliuretano, um produto sintético, está menos sujeito à ação de micro-organismos. No entanto, sua durabilidade é menor: ele é frágil e mais fácil de rachar do que o couro natural. A pelagem das peças que imitam camurça sai com facilidade tanto na lavagem como no uso

Como guardá-lo no armário: ao contrário do couro natural, pode ser exposto à luz e, portanto, não precisa ser guardado em capas de TNT

Cuidados para a preservação: como os tecidos sintéticos costumam impedir a transpiração, é aconselhável limpar a peça toda vez que usá-la por um período prolongado. A higienização pode ser feita em casa mesmo, com escovas macias, água e detergente neutro. Se a luz não faz mal às peças, a exposição demorada ao sol as prejudica. A resina usada em seu tratamento perde a elasticidade e se rasga com o tempo

Náilon

O uso no dia a dia: a fibra sintética é impermeável ao vento e aos líquidos. Para manter o corpo aquecido, contudo, dê preferência aos casacos acolchoados – pois é o recheio que funciona como isolante térmico

Como guardá-lo no armário: deve ser guardado limpo e completamente seco. Caso contrário, o suor retido pode dar um odor desagradável à peça
Cuidados para a preservação: o corante do náilon tem baixa resistência à luz solar – exposta ao sol por muito tempo, a roupa pode ficar amarelada. Peças de náilon não podem ser lavadas na máquina

No litoral, sem mofo

Mesmo no inverno, quando o clima fica mais seco, as cidades de praia sofrem com a umidade – que favorece a reprodução de micro-organismos que atacam os tecidos e deixam um cheiro desagradável nas roupas. Há diversas soluções para o problema, a começar pela caseira: saquinhos de tule com giz pendurados em cabides.

A melhor solução, segundo os especialistas, é o uso do desumidificador de ambientes. "O aparelho elétrico é o mais eficaz no combate ao mofo, mas é preciso instalar uma tomada dentro do armário", diz Ricardo Monteiro, coordenador técnico da Quality Lavanderia. Há também os produtos químicos antimofo, encontrados em supermercados.

Por períodos que variam de dois a cinco meses, eles absorvem a água suspensa no ar. Se o armário for em módulos, é necessário colocar um recipiente com o produto em cada um deles – excetuados aqueles onde haja roupas de couro, que podem ressecar demais e ganhar rachaduras. Não guarde sabonetes nas gavetas para perfumar o armário. Eles atraem umidade. Se quiser um cheiro bom, que seja o do amaciante das peças limpas e lavadas.
Fonte: Revisa Veja

3.7.10

Bolo pudim de chocolate e maracujá

Quer combinação melhor do que chocolate e fruta azedinha?
Essa receita você vai ter de provar...


Ingredientes

Pudim:
.4 ovos
.1 lata de leite condensado
.1 xícara (chá) de suco de maracujá
.1 colher (sopa) de amido de milho

Bolo:
.4 ovos
.1 xícara (chá) de açúcar
.1/2 xícara (chá) de leite
.1 xícara (chá) de chocolate em pó
.1 1/2 xícara (chá) de farinha de trigo
.1 colher (sopa) de fermento em pó

Modo de preparo

Caramelize uma fôrma de furo central com 30 cm de diâmetro. Reserve.

Pudim:no liquidificador, bata os ovos, o leite condensado, o suco de maracujá e o amido de milho. Despeje na forma reservada.

Bolo:na batedeira, bata as claras em neve, continue batendo e acrescente as gemas uma a uma. Reduza a velocidade da batedeira e junte aos poucos o açúcar, o leite, o chocolate em pó, a farinha de trigo e o fermento. Despeje cuidadosamente sobre o pudim. Asse em banho-maria no forno pré-aquecido a 200ºC durante 50 minutos, ou até que espetando um palito saia seco. Deixe esfriar e desenforme.

Dica: sirva acompanhado de chantili.





Fonte: Site Ana Maria/Foto:Ormuzd Alves