25.1.10

Mitos e verdades sobre o GH, o hormônio do crescimento que faz 'milagre'

A eterna busca pelo corpo perfeito nem sempre obedece à saúde. Não é segredo para ninguém, mas uma substância normalmente utilizada para reposição hormonal virou um dos anabolizantes preferidos nas academias: é o hormônio do crescimento, também chamado de GH, do inglês “Growth Human”.


Facilmente encontrado na internet e vendido como se fosse a verdadeira fonte da juventude, o GH aumenta a massa muscular, melhora a aparência da pele e diminui o percentual de gordura. Parece um sonho para quem detesta malhar. Mas, segundo especialistas, o hormônio não é recomendado a indivíduos que pretendem utilizá-lo para fins estéticos.


Produzido pela glândula hipófise, o GH é responsável pelo crescimento na infância e puberdade. Também age na manutenção da composição corporal (quantidade de gordura e massa muscular), massa óssea, capacidade de fazer exercícios, entre outras funções.


O GH exerce diversas ações metabólicas com efeitos anabólicos e lipolíticos, produzindo em contrapartida efeitos indutores de resistência à insulina. No paciente com deficiência da substância, a reposição com o hormônio promove lipólise (ou seja, quebra de gordura), estimula a síntese protéica com aumento aumento de massa corporal magra, estimula o turnover ósseo e pode levar à resistência insulínica, sendo entretanto seu efeito metabólico mais notável a perda de adiposidade visceral”, explica Flávia Lúcia Conceição, Professora Adjunta de Endocrinologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).


Ainda segundo Flávia, o hormônio do crescimento, quando utilizado corretamente, aumenta a velocidade de cresci-mento, com ganho de altura, em crianças. “Também observamos em indivíduos de qualquer idade com deficiência de GH, ganho de massa muscular, perda de gordura, ganho de massa óssea e melhora na capacidade de fazer exercício”, explica. Os principais alvos do GH são o tecido adiposo, no qual promove lipólise e diminui a captação de glicose; o fígado, aumentando a captação de ácidos graxos livres e hepática e na síntese protéica, além da produção de IGF-I e IGFBP3; e o músculo, com aumento da captação de glicose e elevação da captação de aminoácidos e da síntese de proteínas.


Indicado tanto para homens quanto para mulheres, o hormônio é utilizado ainda por pessoas com insuficiência renal crônica e contra-indicado a pacientes com câncer em atividade, retinopatia diabética (manifestação ocular da diabetes e uma das principais causas de cegueira) e hipertensão intracraniana. Já os riscos para quem consome GH indiscriminadamente, sem orientação médica, são muitos. “Os principais riscos são desenvolvimento de diabetes, crescimento de tumores pré-existentes, retenção de líquido com edema e dor articular, hipertensão arterial e desenvolvimento de características de acromegalia (doença causada por excesso na produção de GH, que pode alargar o maxilar e até cartilagens como nariz e orelhas)”, enumera Flávia.


Diego Lopes, 28, fez uso do hormônio do crescimento para tratamento ortomolecular. O objetivo do publicitário era finalizar um processo de emagrecimento e parar a queda de cabelo. “Eu fiz uma batelada de exames antes de o médico me liberar para o tratamento. Eu me aplicava diariamente a quantidade recomendada pelo médico com uma agulha de insulina”, explica. Os resultados, relembra Diego, começaram a aparecer em apenas quinze dias. “O cabelo parou de cair, fôlego e disposição aumentaram muito. A flacidez da pele diminuiu bastante, perdi meus pneuzinhos que estavam sobrando e a gordura abdominal. A definição muscular no geral melhorou bastante. Parecia também que eu tinha muito mais energia”, conta.


Não custa reiterar, mas o tratamento a que Diego se submeteu foi devidamente acompanhado por um endocrinologista, que sugeriu ainda que ele mantivesse os exercícios, evitando faltar à academia. “Uma das primeiras perguntas que o meu médico me fez foi se o meu interesse em tomar GH era para ganho rápido de massa muscular. Ele emendou dizendo que não deveria esperar esse resultado, que por eu ter histórico de câncer na família, não seria seguro usar grandes doses, nem por muito tempo, sem contar que ia ser um rombo no meu bolso”.


Diego não terminou o tratamento, que deveria seguir por mais 3 ou 4 meses, mas hoje considera que houve muitos ganhos, principalmente para sua saúde. “Continuei fazendo os exames de sangue e eles não tiveram alteração”, comemora.



Os (corajosos) defensores do GH



O gerente comercial Sérgio Roberto, 31, é um dos que defendem o uso do GH para fins estéticos. Durante 60 dias, Sérgio aplicou ampolas do hormônio com um “aparelho muito prático, tipo uma caneta, de uma forma muito fácil, sem grande dificuldade”, conta. O tratamento custou a ele cerca de R$ 1300 reais – na internet é possível encontrar o Genotropim, da Pfizer, por cerca de R$ 550. “No caso do produto original, que é pedido em laboratório, com receita médica, você pode até solicitar uma enfermeira para explicar como se aplicar e como utilizar a tal 'caneta aplicadora'. Um luxo! A enfermeira vai até você e dá todos os detalhes e dicas do produto”, revela Sérgio.


O gerente comercial diz que não procurou um especialista antes de iniciar o tratamento por conta própria e explica que seu único objetivo era definir o corpo. “Não tive nenhum efeito colateral. Somente nos cinco primeiros dias tive um pouco de dificuldade para dormir, pois à noite me sentia agitado, depois da academia”, relembra.


Segundo Sérgio, os resultados foram “fantásticos”. “Após a vigésima aplicação você começa a perceber que sua pele vai ficando mais sedosa, mais macia, seu cabelo fica mais bonito, parece que ganha mais cor. A pele do rosto fica mais jovial e com as idas à academia você percebe que seus músculos vão ficando mais firmes e fortes. O GH proporciona um efeito natural, sem ficar forçado”, conta. Ainda segundo Sérgio, a principal alteração é na auto-estima. “Você levanta da cama cedo para trabalhar pilhado. Fica mais elétrico durante o dia, mais animado com tudo. É muito legal”, defende.


O gerente financeiro Edson Timo, 29, também utiliza o GH há mais de um ano com o propósito de aumentar a massa muscular. “Queria crescer, mas não na mesma proporção que se cresce tomando outros tipos de hormônios, como Deca, Durateston, entre outros, que o efeito é mais rápido, mas de qualidade inferior”, diz. Assim como Sérgio, Edson também elogia a facilidade de aplicação do GH. “O uso é fácil e as ampolas são aplicadas subcutaneamente, ou seja, não é intramuscular”, explica.


Os resultados, garante Edson, apareceram em poucos dias. “Tudo melhora, sua auto-estima vai lá em cima, a pele fica boa, melhora o senso de humor, entre outras coisas. Os resultados são tão bons que pretendo fazer ciclos com mais freqüência. O problema é que, para fazer um novo ciclo com GH, tem que preparar bem o bolso”, reclama.


Edson que fez o tratamento com acompanhamento médico destaca a simplicidade para comprar o produto. “Mandei a receita via fax e eles me enviaram o kit com caneta aplicadora, todas as agulhas, algodão umedecido, manual, DVD explicativo, toalha e um calendário, para não se perder nas aplicações”, relata. Ainda segundo ele, você ainda pode agendar visita de uma enfermeira que faz a primeira aplicação e deixa um telefone de contato em caso de dúvidas.


Apesar dos resultados aparentemente impressionantes, não há nenhuma garantia de que o GH possa ser usado para fins estéticos, de rejuvenescimento ou emagrecimento. Inclusive, o hormônio do crescimento está entre as 20 substâncias proibidas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI). Se você quer mesmo arriscar, é bom estar preparado para conseqüências imensuráveis. Como alerta a Professora Flávia Lúcia Conceição, o "milagre" do corpo perfeito ainda está na “alimentação saudável e na prática regular de exercícios físicos”.


Especial exercícios: é fácil começar

Apenas 30 minutos de atividade física separam um sedentário de uma pessoa ativa. De que lado você quer estar?

30 minutos de exercício te levam para longe do sedentarismo

Já não dá mais para alegar falta de tempo quando o assunto é deixar o sedentarismo de lado. Especialistas afirmam que 30 minutos diários de atividades simples como levar o cachorro para passear, lavar roupa, ou andar para pegar o ônibus já podem fazer diferença na sua saúde.

Mexer-se mais pode ajudar a prevenir o aparecimento de osteoporose, hipertensão arterial e doenças cardiovasculares, além de facilitar o controle do peso, melhorar o fortalecimento muscular e aumentar a resistência contra doenças. E esse tempo ainda pode ser fracionado.

“Pode fazer 10 minutos de caminhada quando for levar o cachorro para passear, escolher um restaurante mais longe do trabalho na hora do almoço e andar 10 minutos na ida e mais 10 na volta. Pronto!”, indica a professora de educação física Cristina Queiroz Calegaro, membro do Conselho Federal de Educação Física e diretora da Vital Recor, centro de reabilitação e saúde, em Brasília.

Dividir o tempo pode ser uma boa saída para evitar duas vilãs da atividade física eficiente: as lesões e a monotonia. “Quando a pessoa faz 30 ou 45 minutos seguidos, pode lesionar alguma parte do corpo pelo esforço repetitivo ao qual não estava acostumada. O ideal é fazer um pouco de cada coisa, assim variam os movimentos e o exercício fica menos monótono”, afirma Isa Bragança, cardiologista responsável pela CardioMex, academia especializada em reduzir doenças cardiovasculares por meio do exercício físico, do Rio de Janeiro.

Prestar atenção nas atividades diárias e mudar alguns hábitos são essenciais na busca por uma vida mais saudável. Optar pela escada em vez do elevador e procurar a vaga mais distante da entrada do shopping em vez da mais próxima são dois bons exemplos.

“Qualquer esforço acima do que normalmente a pessoa faz já é considerado atividade física. Empurrar um carrinho de supermercado por uma hora, por exemplo, já é uma atividade”, afirma a cardiologista.

Aliás, as tarefas domésticas podem ser grandes aliadas de quem quer sair do sedentarismo. De acordo com a tabela de gastos calóricos elaborada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), lavar roupas pode gastar até 282 calorias por hora, 60 calorias a mais do que andar em ritmo leve pelo mesmo tempo. Cortar a grama consome 516 calorias por hora.

Atenção, atletas de fim de semana

Movimentar-se é bom, mas os médicos fazem ressalvas às atividades realizadas apenas nos finais de semana. “Se um homem de 40 anos, que passa a semana inteira sentado no escritório, resolve jogar uma partida inteira de futebol no sábado, ele corre sérios riscos de ter problemas”, alerta Cristina Calegaro. Os chamados “atletas de fim de semana” não têm condicionamento físico suficiente para grandes esforços e podem prejudicar a própria saúde. “A pessoa não pode ser sedentária durante a semana e querer ser um atleta no sábado. Ela precisa ir gradativamente”, aconselha a educadora física.

Avaliação constante

Além dos cuidados na hora da prática de qualquer atividade – seja a simples caminhada com o cachorro até as grandes corridas no parque –, quem quer começar a se mexer deve fazer uma avaliação médica para saber quais os exercícios mais apropriados, que tipo de calçado usar e como se alimentar apropriadamente. “Exames cardiológicos são praticamente obrigatórios em mulheres acima dos 40 anos e homens acima dos 30”, frisa a cardiologista Isa Bragança. E então, quer deixar o sedentarismo de lado? Aposte nas dicas abaixo e movimente-se!

Comece pelo que é possível
Troque o elevador pela escada
Leve o cachorro para passear

Procure um restaurante mais longe do trabalho

Se trabalha de ônibus, desça um ponto antes para andar um pouco mais

Cuide do jardim: rastelar e colher folhas é um belo exerício

Lave seu carro – é um ótimo exercício de intensidade moderada

Lave o chão da casa

Na hora do lazer, aposte em uma brincadeira de infância e tente pular corda

Na hora de sair com os amigos, troque a pizzaria por uma discoteca ou por um samba

Fonte: delas.iG

20.1.10

Resveratrol - Goles de juventude

O resveratrol, encontrado no vinho tinto,
retarda o envelhecimento,
segundo uma pesquisa americana
Nenhuma bebida atrai tanto a atenção da medicina quanto o vinho tinto. Seu consumo está associado a uma série de benefícios à saúde. A mais recente descoberta sobre a bebida estende seus efeitos ao aumento da expectativa de vida – ao menos em ratos. Isso graças ao resveratrol, substância com propriedades antioxidantes e antiinflamatórias encontrada na casca e nas sementes das uvas vermelhas.


O estudo, feito por pesquisadores da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, e publicado na revista científica PLoS One, revelou que não são necessárias doses altas de resveratrol para que a substância tenha ação antienvelhecimento. "Em baixas quantidades e consumido a partir dos 40 anos, já é possível obter os benefícios antiidade", diz um dos autores do trabalho, o brasileiro Tomas Prolla.


O processo pelo qual o resveratrol retarda o envelhecimento se dá pelos mesmos mecanismos da restrição calórica. Vários trabalhos (também em animais) já provaram que uma redução de 20% a 30% nas calorias consumidas diariamente aumenta em até 40% a longevidade – sem os efeitos mais perniciosos do envelhecimento. Em ambos os casos, há uma alteração num conjunto de centenas de genes envolvidos na degradação celular.

A aposta da medicina no resveratrol é alta. Na semana passada, a gigante do setor farmacêutico GlaxoSmithKline pagou 720 milhões de dólares pelo laboratório Sirtris, que desenvolve medicamentos baseados em moléculas análogas à do resveratrol. O fundador do Sirtris, o médico David Sinclair, da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, descobriu que o resveratrol também age em outra frente antiidade: estimula a produção e o funcionamento de uma família de enzimas conhecidas como sirtuínas, que agem como guardiãs das células. Em quantidades elevadas, essas enzimas tornam-se mais eficientes no reparo do DNA e, assim, prolongam a vida das células.

Beber vinho faz bem, mas, quando se fala em doses moderadas, não cabem aí subjetividades. O ideal são poucos copos por semana para todo mundo. "O consumo excessivo da bebida neutraliza seus benefícios. Adquire-se peso e, na pior das hipóteses, cirrose", diz o cardiologista Daniel Magnoni.


Os benefícios atribuídos ao vinho
Antienvelhecimento

O resveratrol é uma substância encontrada na casca da uva vermelha. O estudo mais recente indica que ela atua em um conjunto de genes associados ao envelhecimento. A substância retarda o processo de envelhecimento de vários tecidos, como o cerebral, o muscular e o cardíaco, em especial.
Combate às doenças cardiovasculares

O resveratrol aumenta o HDL, o bom colesterol, e diminui o LDL, o colesterol ruim. Além disso, a substância é um potente vasodilatador que, ao relaxar as artérias, melhora a circulação sanguínea.

Prevenção do câncer
Estudos em animais indicam que o resveratrol, por seus poderes antioxidantes, ao combater a ação dos radicais livres, preservaria as células de lesões que podem levar ao câncer.

Combate a dores articulares
Atribui-se aos polifenóis, grupo do qual o resveratrol faz parte, capacidade analgésica – sobretudo em pacientes vítimas de artrite. A analgesia, ainda que baixa como mostram os estudos, deve-se às características antiinflamatórias da substância.

Prevenção da doença de Alzheimer

O resveratrol, sugerem os estudos em neurologia, evitaria o depósito no cérebro das placas de proteína tóxicas, que levam os neurônios à morte.

18.1.10

Terapia do sorvete

Novidades!! Empresa lança produtos com ingredientes
e misturas que ajudam a combater anemia, cãibras e até a melhorar o bronzeado


Sorvete anti-inflamatório: mel e gengibre decorado com canela


No balcão da sorveteria, desde o mês passado, é possível escutar pedidos do tipo: “Por favor, duas bolas do contra cãibra”. Ou então, “me vê o sorvete bom para o coração?”. Outra proposta possível de preparar com as novidades do cardápio é a “Banana Split ideal para manter o bronzeado”. A explicação para os sabores descritos acima é simples, criativa e foi batizada como sorvete terapêutico.

A invenção é da Taperebá, empresa que já apostava em versões de sorvete feitas com frutas exóticas da Amazônia e agora lançou a cartela focada em prevenção de saúde e melhora do bem-estar. “Não temos a pretensão de transformar as sorveterias e restaurantes clientes em hospitais, este não é o foco”, vai logo avisando o sócio-proprietário da fabricante, Rogério Hamam. “A proposta é agregar ingredientes ao sorvete que contribuam com a melhora da qualidade de vida das pessoas”.

Foram lançadas cinco combinações, todas em massa (não há picolé). Açaí, beterraba e laranja, juntos contra a anemia. Mel e gengibre, combinados para servirem de anti-inflamatório. Cenoura, laranja e gengibre para a manutenção do bronzeado. Para cãibras a indicação é a mistura de graviola, banana e água-de-coco (a mais pedida). A dupla abacate com nozes foi desenvolvida para o coração – preços entre R$ 6 a R$ 10.

Inspiração no exterior

A ideia para criar os sorvetes terapêuticos brasileiros foi inspirada na Nova Zelândia. A diferença é que o produto (ainda em preparo) neozelandês tem proposta bem mais audaciosa do que a novidade do Brasil. Está em curso na Universidade de Auckland o desenvolvimento de um sorvete que consiga aliviar os efeitos da quimioterapia, tratamento muito invasivo aplicado em pacientes com câncer. Ainda não existem resultados conclusivos, mas os testes já começaram em 190 voluntários. Na Espanha, a moda da “sorveterapia” também pegou no ano passado. Lá o foco é diferente e a estética também é alvo. A marca artesanal Llinhares usou ervas e plantas medicinais e criou 12 sabores que prometem amenizar estresse, celulite, gases e insônia.


Receita contra cãibras: graviola, banana e água-de-coco,
decorado com calda de framboesa

Cuidados

A linha de sorvetes terapêuticos chega ao mercado em meio ao boom dos alimentos funcionais. Empresas de vários segmentos – leite, iogurte, margarina - têm focado esforços em lançamentos que misturam sabor, saúde e bem-estar aos produtos da cesta básica. Refrigerantes com sais minerais e até bombons para emagrecer estão entre os últimos lançamentos.

Os nutricionistas só pedem cuidado para que o mais novo apelo da indústria não apague do cardápio do brasileiro os legumes e as frutas – já tão negligenciados (80% da população não consome a quantidade ideal desses produtos, informa o Ministério da Saúde). A especialista no assunto Denise Carreiro lembra que a alimentação balanceada, com consumo de alimentos in natura, é a maneira mais eficaz de uma vida saudável, livre de problemas como hipertensão, diabetes e colesterol.
Fonte: delas.ig
Ed